quinta-feira, 30 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 30 de Abril de 2020

Alertas para um futuro próximo

O PIB português valeu em 2019 cerca de 214 000 milhõesde euros. Com este PIB o Estado arrecadou em Receitas cerca de 91 000 milhões de euros.

Especialistas alertam que, o PIB português em 2020, poderá cair perto de 15%, como se mostra no Gráfico em baixo, o que em valores absolutos rondará os 180 000 milhões de euros. Se se mantiver o mesmo ritmo de cobrança de Receitas pelo Estado esse valor ficará pelos 77 000 milhões de euros.




Em 2019 as Despesas do Estado rondaram os 90 000 milhõesde euros, e pelo que estamos a observar com a crise de 2020, a tendência será para se aumentar, em muito, esse valor.

Fica pois a pergunta de como iremos resolver então esta questão:

Com Receitas de 77 000 mil milhões, como iremos poder gastar mais de 90 000 mil milhões de euros?


terça-feira, 28 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 28 de Abril de 2020


Túneis e luzes à moda do Costa: "depois da emergência vem a calamidade..."

E depois da calamidade? A austeridade não será de certeza. Diz o Costa...

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 27 de Abril de 2020



É urgente que a Direcção Geral da Saúde comece a divulgar algumas taxas comparativas com outros anos, nomeadamente as taxas de mortalidade (talvez as mais fiáveis de todas as que andam por aí), para nós começarmos, a saber, as consequências da pandemia e começarmos a poder projectar o futuro.

Aposto que vamos ter surpresas...

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 23 de Abril de 2020



A loucura socialista: 

“Não haverá austeridade/A austeridade não é a solução” (António Costa). 
- Nós já sabíamos sr. 1º ministro, ela não é solução, é uma consequência a que não poderemos fugir.

Senão vejamos:

- Em 2009, já com o Estado em “banca rota”, com receitas de estado de 71 000 milhões de euros e despesas de 88 000 milhões, Sócrates e seus compinchas, entre outras diabruras, resolveram fazer um aumento para a função pública de 2,9%. O resultado de toda esta loucura todos nós sabemos o que foi.

- Em 2020 com um PIB que se estima que contraia 10% (eu acho que vai ser mais), com as receitas de estado a reduzirem possivelmente para cerca dos 80 000 milhões de euros (Em 2019 foram 91 000 milhões); com as despesas do estado a aumentarem (em 2019 foram  90 500 milhões);

- Com cerca de 1 550 mil portugueses em situação de Layoff que só já recebem 66% de ordenado. Muitos destes irão ser desempregados dentro em breve.

- Com as taxas de desemprego que se estima irão rondar os 20%, antes da crise andavam pelos 6%;

- Com uma comparticipação que ronda os 250 euros para quem trabalhava a recibos verdes;

Etc., etc.,

E o nosso 1º acha que não vai haver austeridade!!!

Então mas o Covid, para além do ataque às funções respiratórias, também apanha as cabecinhas loucas socialistas? E a oposição cala-se?

Não façam de nós parvos, mais do que já somos. Preparem-se camaradas, a coisa vai ficar preta...


sexta-feira, 17 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 17 de Abril de 2020


Afinal vai mesmo ficar tudo bem!

Ao ouvir hoje a conferência de imprensa do ministro Cabritão sobre o balanço deste mês de clausura, foram tantos os autoelogios e agradecimentos, que cheguei a pensar que, se não fosse o maldito vírus e meia dúzia de velhos que se lembraram de morrer por estes dias, seríamos um país perfeito e todos seríamos felizes!

É o que podemos denominar, como diz o povo, “um lobo com voz de cabrito...”

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Contas públicas do antes Covid 19 – "O milagre socialista"


Sem uma análise muito exaustiva (deixo para cada um essa tarefa), apresento em baixo, 2 Quadros com os dados sobre “receitas e despesas” da Administração Pública portuguesa e a respectiva comparação nos anos 2015 (último ano da governação de Passos Coelho) e 2019 (o último ano da 1ª legislatura da governação Costa).

Não posso, no entanto, deixar de realçar algumas notas sobre esse tal “milagre socialistas” nas contas públicas, as denominadas “contas certas”.
Podemos assim constatar o seguinte:

1 – As Despesas Totais na Administração Pública aumentaram de 2015 para 2019 cerca de 4 000 milhões de euros.
1.1)   – Esse aumento deveu-se, sobretudo, ao aumento algumas Despesas Correntes (Despesas com pessoal, despesas com a segurança social, autarquias, etc). A divisa que melhor assenta a esta estratégia é “como comprar votos e ganhar eleições”;
1.2)   – As Despesas com pagamento de Juros da dívida, diminuiu quase em 2 000 milhões de euros. Isto apesar da dívida pública aumentar de 236 000 milhões em 2015, para cerca de 252 000 milhões em 2019. Este milagre deveu-se, apenas e só, à baixa da taxa de juros;
1.3)   – As Despesas com Investimentos (infra-estruturas ou equipamentos), apesar de toda a propaganda barata, baixou em quase 500 milhões de euros. Isto deveu-se à política de “cativações” de Mário Centeno, na baixa execução orçamental e representa a grande vergonha da governação socialista;

2 – De 2015 para 2019 as Receitas Totais aumentaram cerca de 12 mil milhões de euros. Estas receitas deveram-se, sobretudo, ao aumento das Receitas Correntes (Impostos directos e indirectos; Contribuições para a Segurança Social; Taxas, multas e outras penalidades; Rendimentos da propriedade; Transferências correntes; Venda de bens e serviços correntes; e Outras receitas correntes). Para além da propaganda do governo, a realidade mostra um aumento brutal de saque aos rendimentos dos portugueses, um recorde na Carga Fiscal nunca antes atingido, a rondar os 35% do PIB;

3 – Do balanço entre este aumento brutal de Receitas à custa de impostos e Despesas controladas no que toca a Investimentos que diminuíram, quando esses sim deveriam ter aumentado para o dobro (tal como era apresentado em Orçamentos), operou-se esse tal “milagre” de diminuição do déficite.


Conceitos utilizados:

Receitas Correntes: As receitas correntes são os montantes que as administrações públicas recebem todos os anos de: Impostos directos; Impostos indirectos; Contribuições para a Segurança Social; Taxas, multas e outras penalidades; Rendimentos da propriedade; Transferências correntes; Venda de bens e serviços correntes; e Outras receitas correntes.

Receitas de Capital: As receitas de capital incluem recebimentos de verbas ocasionais, como é o caso de vendas de imóveis em hasta pública, ou de fundos da União Europeia para apoiar o investimento em infra-estruturas.

Despesas com o Pessoal: As despesas com o pessoal incluem todos os encargos com funcionários públicos e outras pessoas que prestam serviços a entidades públicas, tais como salários, subsídios de refeição, horas extraordinárias, ajudas de custo, prémios ou contribuições para a segurança social

Consumos Intermédios: O consumo intermédio inclui os bens e serviços utilizados na produção de outros bens e serviços, como é o caso de matérias-primas, pequenas ferramentas, despesas de viagem ou aquisição de serviços a fornecedores. Os grandes equipamentos e máquinas não são classificados como consumo intermédio mas como investimento em capital fixo.

Despesas com Juros e Outros Encargos: Os juros e outros encargos são despesas das administrações públicas com o pagamento de juros da dívida pública e outros empréstimos. Essas despesas também incluem os juros pagos aos contribuintes que pagaram impostos a mais.

Transferências Correntes (despesas):          Verbas para gastos correntes, sem qualquer contrapartida. Por exemplo, as verbas que o Estado transfere para as autarquias ou para a Segurança Social são despesas do orçamento do Estado.

Despesas de Capital: As despesas de capital incluem gastos que não se repetem todos os anos mas que perduram no tempo, como os investimentos em infra-estruturas ou equipamentos.


terça-feira, 14 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 14 de Abril de 2020

O grande oportunista: 
- Porra, como é que eu nunca me tinha lembrado do Luís...



segunda-feira, 13 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 13 de Abril de 2020



Lá vai Moura... 
lá vai Serpa (35 + 22), e 
... onde iremos parar!



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Diário de uma pandemia: 12 de Abril de 2020


Oxalá não venha a arrepender-me futuramente!!!

Se fosse futebol: Marta Temido 7 - Jamila Madeira 0,ooooo (fazer política rasca não é para agora, vai lá para a JS)

E para um senhor que se diz presidente de uma "certa Ordem", vá aprender epidemiologia e primeiro a fazer contas.

Nota: Em relação à Marta só é válido para o Covid 19.

Diário de uma pandemia: 11 de Abril de 2020


Se não é..., parece

O país mais rico do mundo (ler)...


Diário de uma pandemia: 10 de Abril de 2020


Pode ser mera coincidência, mas de cada vez que o Celinho vai à televisão anunciar que estamos no “bom caminho e lançar foguetes”, que Portugal e os portugueses são exemplares..., 48 horas depois a percentagem de infectados aumenta (nas últimas 24 horas foram mais de 10%)!!

Será impressão minha, ou será que ao dito talvez fosse aconselhável ficar em casa e..., caladinho.

Nota: Não é que liguei agora a televisão e, o dito cujo, já está em mais uma conversada...

Diário de uma pandemia: 8 de Abril de 2020


A ter em conta e comparar.

Não esquecer que Portugal tem 2 semanas de atraso no aparecimento do 1º caso face a alguns países.
Registo da relação entre o número de óbitos confirmados e a população de cada país, por milhão de habitantes, em 7/4/2020.

Espanha: 311
Itália: 283
Bélgica: 193
França: 158
Holanda: 123
Suíça: 95
Reino Unido: 91
Suécia: 59
Irão: 48
Irlanda: 43
EUA: 39
Dinamarca: 35
Portugal: 33
Áustria: 30
Alemanha: 24


Diário de uma pandemia: 6 de Abril de 2020


O Governo e o Presidente da República querem apoio urgente às empresas? Porreiro, o Estado que pague os 4 000 milhões que deve às ditas.

Isto sim seria um grande apoio às empresas e ao emprego.

Diário de uma pandemia: 5 de Abril de 2020


Vamos lá pensar e reflectir um bocadinho...

"Em 20 de Fevereiro, os testes da maioria das 3.711 pessoas (uma amostra razoável) a bordo do “Diamond Princess” confirmaram que 3.077 (83%) não apresentavam qualquer sinal de infecção; 634, ou seja 17%, tinham o vírus; 328 deles não apresentavam sintomas no momento do diagnóstico.

Naqueles com sintomas, a taxa de fatalidade foi de 1,9%, calculam Russell e colegas. De todos os infectados, essa proporção foi de 0,91%. Aqueles com 70 anos ou mais eram os mais vulneráveis, com uma taxa de mortalidade geral de cerca de 7,3%.

Traduzidos estes números para Portugal, temos: os infectados poderiam chegar a 200.000, os mortos a 3.800, e os internados a 30.000, dos quais requereriam ventilação 10.000."


Diário de uma pandemia: 4 de Abril de 2020


Totalmente de acordo.
Respeito e agradecimento. Graças Freitas não é uma política, é uma técnica dedicada a quem Portugal julgará no futuro.



Diário de uma pandemia: 2 de Abril de 2020


Números a fixar, para não andarem a enganar-nos daqui a dias:

- A dívida pública portuguesa aumentou 3 mil milhões de euros em Fevereiro (antes do início da crise covid. 19), anunciou o Banco de Portugal;

- A dívida na óptica de Maastricht atingiu 255,4 mil milhões de euros em Fevereiro de 2020;

- Lembrar que no início de 2016, quando se iniciou o "governo da geringonça", a dívida pública era de 236 mil milhões de euros;

- Fazendo contas de subtrair o valor absoluto da dívida pública aumentou, em 4 anos, cerca de 20 mil milhões de euros;

Esqueçam a treta das percentagens, o que conta é aquilo com que se compram os "melões". Convém sempre saber de onde se parte, para avaliar onde se chega e o respectivo percurso.

A partir de agora, façam as vossas análise...

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Diário de uma pandemia: 1 de Abril de 2020


Apenas para reflexão. Não retirem daqui nada sobre a minha opinião.

No fundo, o que defende o primeiro ministro holandês, não era mais ou menos o que defendiam os promotores da "lei da eutanásia"! Mas que agora, perante o problema mudaram, e procedem de modo completamente oposto!

“Em Itália,(assim como em Portugal) a capacidade dos Cuidados Intensivos é tratada de maneira muito diferente. Lá eles incluem pessoas que não incluiríamos porque são muito velhas. Os idosos têm uma posição muito diferente na cultura italiana”, destaca Rosendaal no NU.nl.
Na Holanda, os pacientes mais idosos ficarão a receber tratamentos em casa, considerando-se que, dadas as poucas hipóteses de sobrevivência, será mais “humano” deixá-los nos seus lares.”

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Diário de uma pandemia: 31 de Março de 2020


Espero que mensagem chegue a todos os Lares.
Juntar? Nem para rezar...


https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/misericordias-a-nossa-guerra-e-isolar-isolar-isolar

Diário de uma pandemia: 30 de Março de 2020

Não, não vamos ficar todos bem!!!


Diário de uma pandemia: 29 de Março de 2020


Uma lição para muitos (padres e diretores de Lares) que andam a promover ajuntamentos para rezar.

Rezar sozinho também chega a DEUS...



Diário de uma pandemia: 28 de Março de 2020


Porquê ficar em casa?
Atenção aos Lares de Idosos, dentro do possível, procurem manter distâncias entre os utentes e reduzir contactos.



Diário de uma pandemia: 27 de Março de 2020

Esta senhora deveria ir para a frente de combate, que é como quem diz para um serviço hospitalar, durante 15 dias, ia ver o que é a proporcionalidade. E a Madeira e os Açores???

Pobre país, onde até prevenir o bem colectivo é proibido...




Diário de uma pandemia: 26 de Março de 2020

Atenção de Marvão: 23 casos, nos vizinhos espanhóis, são muitos casos e o vírus não conhece fronteiras. Todo o cuidado é pouco...

Diário de uma pandemia: 25 de Março de 2020


Clik e veja até ao fim:

https://www.facebook.com/ObservadorOnTime/videos/578569356064608/?t=7

Diário de uma pandemia: 24 de Março de 2020


Mas alguém duvida?!!!! 
Quem falou em populismo? Quem? Costa!...

Aqui ninguém mente, disse o "papagaio mor"!!!



Diário de uma pandemia: 23 de Março de 2020

Não quero assustar, mas...


Diário de uma pandemia: 20 de Março de 2020

Para quando os cordões sanitários (por região em Portugal) e respectivos "Lazaretes"...

Aqui fica um pouco de história.
"Quando, em meados do século XIV, a peste invadiu a Europa, a primeira reação foi de fuga: fuga rápida, para o mais distante possível, sem pressa em regressar, tal como, quase dois mil anos antes, havia aconselhado Hipócrates. Sem reconhecer diferenças sociais, a peste tanto podia dizimar criados quanto reis, como demonstra o caso de D. Duarte, que, em 1438, fugindo da peste de Lisboa, procurou refúgio em Évora, Avis e Ponte de Sor, acabando por sucumbir à doença que o foi encontrar em Tomar (Tavares 1987, 17-32)." 


Às vezes convém olhar para o passado para enfrentarmos o futuro.




Figura 1 - Ruínas do Lazareto de Marvão situado na junto à Herdade dos Pombais, Beirã

Diário de uma pandemia: 18 de Março de 2020


Pois é...

« - No auge da epidemia da febre amarela que ceifou a vida a milhares de portugueses, entre 1857 e 1858, o Rei D. Pedro V permaneceu sempre no seu posto, visitando e consolando, nos vários hospitais, as vítimas da doença.
- D. Carlos morreu no cumprimento do seu dever. Marcelo escondeu-se em casa!
D. Carlos, quando aconselhado pelo seu ajudante de campo a resguardar-se, respondeu-lhe por escrito: “Tu julgas que eu ignoro o perigo em que ando? No estado de excitação em que se acham os ânimos, qualquer dia matam-me à esquina de uma rua. Mas, que queres tu que eu faça? Se me metesse em casa, se não saísse, provocaria um grande descalabro. Seria a bancarrota. E que ideia fariam de mim os estrangeiros, se vissem o rei impedido de sair? Seria o descrédito. Eu, fazendo o que faço, mostro que há sossego no País e que têm respeito pela minha pessoa. Cumpro o meu dever. Os outros que cumpram o seu.”»


Diário de uma pandemia: 17 de Março de 2020


Diz-nos Helenafmatos sobre o estado de emergência:

“Há bem pouco tem os responsáveis políticos multiplicavam-se em declarações sobre o vírus que não ia chegar. Mantiveram-se agendas e olhava-se para o lado: ironicamente Portugal discutia a eutanásia quando devia estar a tratar de divulgar os riscos reais do vírus.
Agora reivindica-se a declaração do estado de emergência. O que interessa saber é apenas isto: a declaração do estado de emergência ajuda a combater o vírus? Se sim, declare-se e já. Se não, se se trata apenas de um artifício para que uns responsáveis-irresponsáveis possam poder dizer “Até declarámos o estado de emergência”; para que se garantam uns telejornais com aberturas bombásticas “Declarado o estado de emergência!” e para que o povo acredite que se fez tudo mas mesmo tudo para combater o vírus então não vale a pena.”


Diário de uma pandemia: 15 de Março de 2020

Acerca do que é uma "emergência nacional" para o nosso presidente Marcelo. Até nesta situação de gravidade, às vezes rir, é o melhor remédio...

Hipotético diálogo em 1384:

“- Ó sô presidente, os castelhanos invadiram Portugal!
- Ó pá, isso não pode ser. Mandem selar o meu cavalo que tenho que ir aos paços convocar as cortes e decidir sobre o estado de emergência. Mas esperem, primeiro tenho que lavar aqui esta tina de mantos e capas e tenho de ir ali à biblioteca do mosteiro ler uns manuscritos. E vistas bem as coisas os nobres e o povo têm mais que fazer, né?, não os vamos chatear. Mandem antes uns correios para descobrir quando têm uns tempinhos para falar.
-...
(Nuno Álvares Pereira) - já os despachei de volta.”


Diário de uma pandemia: 14 de Março de 2020


A ser verdade, vamos parar perto!!!

Diz Gonçalo Soares estudante regressado do norte de Itália:

"Não fomos recebidos nem contactados pelos membros da autoridade de saúde” (…) Ficamos desapontados porque nos parece que estamos a ter a mesma atitude negligente que vimos em Itália. À chegada ao aeroporto ninguém nos mediu a temperatura, ninguém nos perguntou de onde vínhamos. Isto deixa-nos revoltados, porque ficamos com a ideia que vamos estar outra vez envolvidos no problema que encontramos em Itália (…)"

Tirado daqui: https://blasfemias.net/2020/03/13/incompetencias/

Diário de uma pandemia: 13 de Março de 2020


Agora quando o PIB diminuir, e com uma dívida pública que aumentou em valores absolutos (através daquilo com que se compram os melões), e que devia de ter diminuído nos últimos 5 anos, é que eu vou ver onde ficam os tais 117% que falam sobre o milagre socialista!!!!
Pois é, vida de "cigarra"...

Diário de uma pandemia: 10 de Março de 2020

Só visto...

 Está a defender os portugueses ou a defender-se dos ditos!!!!


https://www.facebook.com/joaogoncalv/videos/3068914819842108/?t=15

Diário de uma pandemia: 28 de Fevereiro de 2020

Ora vejam...