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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Indignado e revoltado...


Que país é este de santos e de bruxas obscurantistas; de rádios que nos debitam 24 sobre 24 horas de músicas histéricas cantadas em línguas barbaras por gajas e gajos sentados em sanitas na hora de defecar; das televisões dos programas da cantiga “cu pra baixo, cu pra cima”, de concursos de sexo semiexplícito (e explícito) ao vivo para velhinhas de 80 anos, de cozinheiros, costureiras e alfaiates (falta o das lavadeiras); de noticiários intermináveis sobre concursos quantitativos de simpatia e emoções dos governantes, etc., etc.


E nos escondem relíquias como estas...







quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

À ganda Costa – Viva a geringonça!


Por estes dias Pensionistas e Funcionários Públicos irão receber menos dinheiro que no mês anterior. Aproximadamente menos 4%. Isto é um facto.

Dirão os adeptos da “geringonça” que o Costa está a poupar por nós e que lá para Novembro nos retribuirá o que agora nos tira. Acredito que muitos adeptos da “geringonça” tenham mais confiança no Costa, que em si próprios. Acredito, mas eu não! Por enquanto ainda sei tomar conta do que é meu.

Como ainda não vi grande alarido (dos do costume) sobre esta situação, naturalmente não deram por nada e, logo, é porque afinal as famílias não andam assim tão mal, e, que não lhes faz diferença receberem menos 4% ao mês. 

Entretanto isso que fica nos “bolsos” do tal Costa, sempre dará para ele ir dizendo que, até Novembro, as despesas públicas não estão a aumentar e o deficit estará mais controlado do que em 2016. 

Depois? Bem, depois logo se verá...

Eu, são menos 50 euros e, acreditem, faz-me diferença.

Será que ninguém dá por nada ou terá sido só a mim?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Mais uma excepção! Porque sim...


Adiós muchachos compañeros de mi vida, barra querida de aquellos tiempos, me toca a mi, voy a emprender la retirada debo alejarme de mi buena muchachada. Adiós muchachos ya me voy y me resigno, contra el destino nadie la talla, se terminaron para mi todas las farras mi cuerpo enfermo no resiste mas. 

Acuden a mi mente recuerdos de otros tiempos, de los buenos momentos que antaño disfrute, cerquita de mi madre santa viejita y de mi noviecita que tanto idolatre. Se acuerdan que era hermosa mas linda que la diosa y que ebrio yo de amor le di mi corazon, mas se señor celoso de sus encantos hundiéndose en el llanto se la llevo. 

El dios jefe supremo no a quien se le resista, ya estoy acostumbrado su ley a respetar pues mi vida deshizo con sus mandatos, llevándome a mi madre y ami novia también. Dos lagrimas sinceras derramo en mi partida, por una barra querida que nunca me olvido y al darles a mis amigos adiós postrero, le doy con toda mi alma mi bendición. 

Adiós muchachos compañeros de mi vida, barra querida de aquellos tiempos, me toca a mi,voy a emprender la retirada, debo alejarme de mi buena muchachada. Adiós muchachos ya me voy y me resigno, contra el destino nadie la talla, se terminaron para mi todas las farras, mi cuerpo enfermo no resiste mas...


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Um presidente à beira de um ataque de nervos! Uma crónica muito pessoal...


Foi penoso, muito penoso, assistir hoje à 1ª parte da reunião de câmara em Marvão. Hoje, senti-me sensibilizado pelo que, em termos humanos, vi na reacção emocional e de sofrimento do presidente Vítor Frutuoso, que só a muito esforço conseguiu conter um choro convulsivo, em que a todo o momento parecia ir cair.

Não fossem as histórias das “choraminguisses” de  vitimização que se contam por aí, em que o senhor a sua excelsa esposa são useiros em campanha eleitoral, e não só, quando mendigam alguns votos ou favores junto dos marvanenses mais sensíveis; ou por outro lado achar que, o senhor fez tudo por merecer esta situação em que se encontra ao afastar todos aqueles que o protegeram e defenderam no passado, preferindo ficar refém de todos aqueles que só o apoiam por interesses pessoais e nunca são capazes de levantar a voz em público para o defender ou as suas políticas; e eu garanto, teria tido pena e talvez até chorasse também!

Não vou aqui descrever o processo que levou a esta situação, ela virá a ser falada por aí. Mas sempre acrescento que a ingratidão, o não reconhecimento dos outros e do seu trabalho, o egocentrismo, o favorecimento de uns em detrimento de outros, nunca deveriam ser princípios que um qualquer líder, ou administrador da coisa pública, devessem privilegiar.

Quando eu era seu confidente e seu companheiro político, lembro-me de termos comentado sobre o herói do livro “o Equador” do Miguel Sousa Tavares, enquanto situação de risco em que ambos poderíamos cair caso não tivéssemos sucesso na tarefa que então tínhamos em mão, lembra-se? Eu fui o primeiro a cair, ou por outra o Vítor e os seus “amiguinhos” empurraram-me! Mas eu caí de pé, se é que tal é possível; ou por outra, caí mas levantei-me livre, independente, e sem ceder aos jogos de interesses que sempre rodeiam estes processos. Tenha cuidado agora consigo, o Luís Bernardo não é apenas uma figura de ficção!

Desejo, sinceramente, que o meu amigo recupere. A CM de Marvão precisa de um presidente forte como o seu Castelo altaneiro que não precisa ser associado à tal “ammaia” (os seus dirigentes já têm que lhes chegue nessa “empresa”, e não sei se têm feito tudo o que seria possível) ou das rochas graníticas que o rodeiam. Mas também precisam de um presidente razoável, sensato, honesto, não traiçoeiro, não vingativo, e que acabe com dignidade o seu longo mandato de 12 anos.

Prepare a sua saída Vítor. Não apadrinhe opções bacocas de caciquismo puro. Deixe o seu trabalho para avaliação futura. A história e o tempo o julgarão...

segunda-feira, 27 de julho de 2015

... dos homens não se querem bonitos!


Pela enésima vez: 


Prometo não falar de amor, de gostar e sentir, portanto não vou rimar com dor ou mentir. Joga-se pelo prazer de jogar e, até perder, invadem-se espaços trocam-se beijos sem escolher. Homens temporariamente sós que cabeças no ar...

Não interessam retratos de solidão interior, não há qualquer tragédia mas, um vinho a beber. Partidas regressos conquistas, a fazer, tudo anotado numa memória que quer esquecer. Homens sempre, sempre sós, preferem perder.


Homens sempre sós são bolas de ténis no ar, muito abatidos saltam e, acabam por enganar. Homens sempre sós nunca conseguem...

Como eu te compreendo Rui...


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Um dia teria de acontecer...





Sinto-me triste. Não gosto que as causas e os projectos que abraço falhem. Já nem falo em “sucesso” ou “excelência”! Contento-me, pelo menos que não falhem, e se cumpram compromissos assumidos. Pronto.

Durante 6 anos tudo fiz para que tal não sucedesse com este: Velhas Guardas do Grupo Desportivo Arenense. Só eu sei o que tive que fazer, numa pequena comunidade, para arranjar às vezes 11 ou 12 bons rapazes, para podermos cumprir aquilo que é programado com 10 meses de antecedência. 

Mas amanhã, depois de se bater a todas as portas, num grupo de 35 associados, apenas 10 responderam à chamada! Mas lá estaremos em Leiria (há 2 anos que não temos uma actividade fora do nosso distrito), de cabeça levantada, envergando a camisola do GDA, e representando o melhor que formos capazes o nosso clube.

Tal situação mais me entristece porque esta deslocação esteve agendada para o passado dia 9. Aceitei adiar para amanhã, com anuência dos nossos amigos de Leiria, para que alguns elementos do grupo pudessem estar noutra actividade do clube. Afinal, são alguns dos que pediram o adiamento, que amanhã, também não estarão presentes! Sei também que tudo na vida dos seres vivos nasce, cresce e morre. Este projecto não será excepção um dia. Por agora morre pelo menos um bocado dele: eu.    

Espero não estar a ser injusto para alguns daqueles que me acompanham desde 2009. Eles sabem quem são. Alguns têm feito tanto esforço ou mais que eu, para estarem neste projecto, e dizerem quase sempre: presente. E “isto”, esta “coisa”, também não obedece a nenhuma obrigação ou “profissionalismo”, mas que deveria obedecer, como tudo na vida a algum compromisso. Não é trabalho, como dizem por aí os amadores da bola sobre estas actividades, apenas um divertimento e um gosto de estar com amigos: conviver, estar em grupo (num mundo tão individualizado), fazendo uma coisa que se gosta.

Hoje estou triste. Talvez amanhã não..., se este desabafo for um meio de sensibilizar, ainda, alguém.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Pois: é....


... acaba a valentia de um homem, quando a mulher que ele ama, vai embora! É, tanta coisa muda nessa hora que, o mais valente dos homens chora.

Diz que faz e acontece, que não tem medo de nada! Levanta a voz, fala alto, maltrata a mulher amada.

E quando ela cisma e vai embora a montanha se desmancha, e o mais valente dos homens, chora como criança...



quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Pois podia...


Podia haver uma luz em cada mesa, e, uma família em cada casa! Jesus em Dezembro aqui, na Terra, podia ser natal e não ser farsa. 

A história certa é: natal de porta aberta. A ceia servida é a vida do criador!

Podia ser notícia o fim da amargura que divide os homens, por de trás dos canhões! A fome e a miséria servem a loucura que, forja profetas e divide as nações!

Podia ser verdade o tom e o discurso desse velho actor, falando aos fiéis. Mas nada se passa na noite do mundo, máscaras de dor, pequenos papéis...

Podia ser Natal...


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Fomos Incompetentes ou continuamos incompetentes?


Há alguma coisa de anormal no último resultado?

Os últimos 16 jogos da Selecção de Jorge Mendes, Fernando Gomes, Paulo Bento e Cristiano Ronaldo:

Luxemburgo – Portugal, 1-2

Portugal - Azerbaijão, 3-0

Rússia – Portugal, 1-0

Portugal - Irlanda do Norte, 1-1

Israel Portugal, 3-3

Azerbaijão – Portugal, 0-2

Portugal – Rússia, 1-0

Irlanda do Norte – Portugal, 2-4

Portugal – Israel, 1-1

Portugal – Luxemburgo, 3-0

Portugal – Suécia, 1-0

Suécia – Portugal, 2-3

Alemanha – Portugal, 4-0

Portugal – Estados Unidos. 2-2

Portugal – Gana, 2-1

Portugal – Albânia 0-1



terça-feira, 12 de agosto de 2014

O que está a dar é a musica do “cu pra baixo e cu pra cima”

De acordo com o que lemos aqui, Rui Veloso, poderá ter posto fim à sua carreira (embora diga que apenas vai parar!) enquanto um dos maiores criadores de música cantada em português dos últimos 35 anos, e a quem, alguns até apelidaram de “pai do rock português”. Em parceria com Carlos Tê, Rui Veloso será um dos canta autores mais importantes da música portuguesa das últimas 4 décadas. Será também importante, fixarmo-nos nas razões porque o faz.

Num país mediano, ou mesmo pobre, analfabeto, massificador do mau gosto, explorador da pobre condição humana, é muito difícil, ou mesmo impossível sobreviver, seja na música, na literatura, no desporto, na economia, ou qualquer outro exemplo de bom profissionalismo.

No caso da música veja-se o exemplo deplorante das 3 televisões generalistas nas tardes de fim-de-semana, onde apenas campeia a música de “cu pra baixo-cu pra cima”, “abana as ancas e as mamas”, ou do faz que “tira mas não mete”. Uma vergonha de círculo vicioso de onde é difícil sair. E se nos canais privados podemos admitir que façam o que quiserem, já na RTP paga com os nossos impostos e taxas (que não é pouco) parece só haver dinheiro pornográfico (às vezes 50 000 mensais) para pagarem aos apresentadores da treta para dizerem banalidades. Para bons músicos e actores nem cheta.    

Por isso vimos Saramago emigrar para Espanha e só não pediu a mudança de nacionalidade por respeito a seu povo; a Maria João Pires que pediu nacionalidade brasileira. Agora é o Rui que abandona, e veremos o que acontece...

Na mesma linha, deixo ainda para reflexão este texto de Luís Nave, postado aqui:

“O que escrevi a propósito de literatura podia ser interpretado como rejeição do contemporâneo, mas visou apenas reflectir sobre o critério que determina a escolha daquilo que é considerado arte. A minha intenção era dizer que o comércio e a exposição mediática em excesso limitam as novas ideias e sobretudo pretendi sublinhar que estes processos implicam a banalização do artista, transformado em jarrão decorativo que, quando fala, diz o que se espera dele: sempre obscuro, mas sem ser incómodo.

As elites deixaram de ler romances, que eram escritos por membros das classes altas. A literatura foi extremamente popular entre as pessoas influentes dos dois séculos anteriores, tema de conversa nos salões da aristocracia e, depois, nas festas dos burgueses da revolução industrial. O desconhecimento das novidades castigava-se com sarcasmo e a ignorância dos clássicos era impensável.

Isto já não é assim e os escritores, que no passado tinham certa fama, pelo menos na sua cidade, estão agora inteiramente proletarizados. A literatura perdeu a aura intelectual que possuía, deixando de ser um farol das consciências. O mesmo é válido para pintores, violinistas ou maestros: o impacto social dos artistas é hoje tanto maior quanto mais se massificou a arte.

A cultura popular dita as regras e vive aliás um período medíocre. As massas deixaram de ter disposição para coisas estranhas, a sua reduzida exigência aceita imitações e rejeita quem tente contrariar a moda instalada. A escrita de hoje, tecnicamente excelente, mantém muitas qualidades, mas os escritores e os artistas são personagens secundárias, ao serviço de um mercado que os condena à inexistência, caso não satisfaçam as expectativas dos consumidores. Sem fazerem concessões ao gosto dominante, serão desconhecidos; se as fizerem, serão maus escritores. Um dilema difícil.”

Podemos não ter nada de novo, mas teremos sempre a tua memória. Obrigado Rui...



segunda-feira, 11 de agosto de 2014

joão na sociedade dos direitos...


Consta que o primeiro e grande objectivo do empréstimo da troika em 2011 (78 mil milhões de euros) era para que o país pagasse aos Bancos estrangeiros (alemães, franceses, etc.), a dívida pública que Portugal tinha nessas entidades. Inclusivamente, dessa fatia, foi posta também, exclusivamente, uma verba de 12 mil milhões para que os Bancos portugueses pudessem também amenizar algumas das suas dívidas para com congéneres estrangeiros. Consta que, somando tudo isto, para o pobre país sobrou muito pouco. Assim, e na minha modesta opinião, pelo menos a dívida pública deveria ter diminuído drasticamente. Infelizmente parece que tal não sucedeu.

No meu caso pessoal, enquanto cidadão português, em 2011 a minha parte da dívida seriam cerca de 17 500 euros: 175 mil milhões de euros (total da dívida pública em 2011) a dividir por 10 milhões de portugueses. Desde essa data, através dos cortes nos salários e no aumento de impostos, creio já ter pago cerca de 8 000 euros em acréscimos. Seria pois natural, que nesta altura devesse apenas 9 500 euros, e que a dívida pública portuguesa no seu global, não ultrapasse os 95 mil milhões de euros. Mas o que se verifica é que a dita subiu para mais de 200 mil milhões e eu, individualmente, enquanto cidadão português, devo agora pelo menos 20 000 euros.

Ou andam a enganar-me (roubar-me) ou alguém não anda a cumprir as suas obrigações e deveres de cidadão.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Crónica de uma morte (eliminação) anunciada...


Em vez de se proceder a uma avaliação rigorosa sobre os factores que correram menos bem, e alguns que correram bem, não. Mais uma vez voltamos, a este fado português do "SE".


Siga a “balhação”, e em Setembro há mais. Ai se o SE jogasse, o jogador que ele seria...





Deixo mais uma vez os brilhantes resultados do Mundial 2014. A avaliação não é só a do jogo com a Alemanha (perfeitamente normal perder-se), a avaliação tem que ser feita dos 15 jogos disputados, apenas 9 Vitórias, com Luxemburgos, Irlandas, Azarbeijões, Ganas, etc. E essa, meu caro seleccionador, é muito pobre, e, a precisar de mudança.

 Luxemburgo – Portugal, 1-2

Portugal - Azerbaijão, 3-0

Rússia – Portugal, 1-0

Portugal - Irlanda do Norte, 1-1

Israel Portugal, 3-3

Azerbaijão – Portugal, 0-2

Portugal – Rússia, 1-0

Irlanda do Norte – Portugal, 2-4

Portugal – Israel, 1-1

Portugal – Luxemburgo, 3-0

Portugal – Suécia, 1-0

Suécia – Portugal, 2-3

Alemanha – Portugal, 4-0

Portugal – Estados Unidos. 2-2

Portugal – Gana, 2-1

Naturalmente, não somos assim tão bons como dizemos que somos, sobretudo antes de iniciarmos os jogos e as competições. Talvez um pouco mais de realismo, que conduziria a uma mudança de estratégia, e os resultados talvez fossem bem melhores, e, não houvessem tantos "ses" .  


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Chegou a hora das carpideiras...


Elas vão estar em qualquer televisão, rádio ou jornal perto de si. Depois, missa do 7º dia e tudo se esquece. À portuguesa!

Antes Velho do Restelo...

Leituras interessantes: Aqui,  ou aqui, mas sobretudo AQUI.




Faltam duas porque se "lesionaram"..., na língua (eram carpideiras do Mendes)!

terça-feira, 17 de junho de 2014

Veja as diferenças...


Isto são os fazedores de opinião em Portugal. É assim no futebol, e é assim em tudo. Só pensam em vender, nem que tenha que ser a mãe ou pai. Portugal precisa de se libertar desta gente, se algo é precisa mudar em Portugal é esta forma de ser e de estar. 
Por aqui passa a tal âncora que em vez de nos libertar, nos prende ao fundo mar!





Resumidamente...


Análise ao desempenho da Selecção portuguesa de futebol:

“Às vezes há milagres! Mas não são frequentes...”  




Atente-se no brilhantismo dos últimos resultados oficiais (sem referir alguns jogos de preparação vergonhosos)


Luxemburgo – Portugal, 1-2

Portugal - Azerbaijão, 3-0

Rússia – Portugal, 1-0

Portugal - Irlanda do Norte, 1-1

Israel Portugal, 3-3

Azerbaijão – Portugal, 0-2

Portugal – Rússia, 1-0

Irlanda do Norte – Portugal, 2-4

Portugal – Israel, 1-1

Portugal – Luxemburgo, 3-0

Portugal – Suécia, 1-0

Suécia – Portugal, 2-3

Alemanha – Portugal, 4-0



Quantos milagres? 1? Na Suécia...

Juizinho portugueses...


quinta-feira, 24 de abril de 2014

A minha mensagem para 25 de Abril


Cravo vermelho ao peito a muitos fica bem, sobretudo faz jeito, a certos filhos da mãe.

Não importa quem eles eram, não importa quem eles são, nem todo o mal que fizeram! Mas sempre a bem da Nação.

E chegado o dia novo, chegada a bendita hora, vestiram uma pele de povo, ficou-lhes o rabo de fora. E aquele administrador promovido a democrata, sempre exaltou o suor, arrecadando ele a prata.

Também veio o fura greves, lacaio dos senhores de então, pois pode bem ser que às vezes se arranje um novo patrão. E os cultores da sapiência, intelectuais de alto nível, tranquilizando a consciência, o mais à “esquerda” possível.

Cravo vermelho ao peito a muitos fica bem, sobretudo faz jeito, a certos filhos da mãe!


sábado, 12 de outubro de 2013

O mundo dos outros...


Pedro Correia, ironizando os comentadores desportivos, e muitos treinadores da praça, escreveu esta crónica aqui, antes do jogo de futebol Portugal - Israel, eu reproduzo-a aqui, após o dito jogo.


É um quatro-dois-três-um mas muitas vezes é mais um quatro-cinco-um de uma equipa que não se desorganiza nem se desposiciona muito e que sai bem na transição sobretudo nas bolas a passar em momentos de definição dessa transição ofensiva com alguma criatividade e alguma atenção à bola parada e ao jogo aéreo muito forte com os laterais a centrar nessa circunstância pois quando pressionada em bloco meio alto a equipa vai jogar tendencialmente em bloco baixo sobretudo quando os alas não são jogadores de largura e têm dificuldade nas acções de construção e a contratransição é vital porque quando se perde a bola em zona ofensiva se o pressing foi imediato pode ser recuperada instantaneamente e a contratransição numa equipa que a faça bem e que tenha qualidade de finalização muitas vezes é fatal e este é um jogo em que interessa revelar capacidade de pressionar alto e de recuperar alto e de meter grandes intensidades sobretudo na primeira parte sem deixar o adversário trocar a bola naqueles dois metros de construção da zona defensiva nem jogar no risco pois quando se recupera mais atrás eles encontram-se lá todos.

Fui suficientemente claro ou preferem que faça um desenho?"

Conclusão: Seja isto lá o que for, o jogo, foi uma vergonha! Ou uma m***a, dito em liguagem popular (pqpt).

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A jesus (o do benfica): senhor tou farto, senhor tou farto...

 ... e do vieira? Meu deus, Fartíssimo!



Repetir, até que nos oiça....



E já agora, como homenagem ao grande Solnado, aqui fica rábula completa. Saudades de programas com este Zip, Zip



terça-feira, 20 de agosto de 2013

"Quando o burro cai é que se lhe deve dar as pancadas..."

Ter razão antes do tempo, às vezes é uma chatice! Um Poder que não aproveita essas pessoas é parvoíce...

"Livre não sou, que nem a própria vida mo consente. Mas a minha aguerrida teimosia é quebrar dia a dia um grilhão da corrente.

Livre não sou, mas quero a liberdade!. Trago-a dentro de mim como um destino. E vão lá desdizer o sonho do menino que se afogou, e flutua entre nenúfares de serenidade, depois de ter a lua!"


(Miguel Torga)



Nota explicativa: Espero, com este artigo, não estar a participar ou influenciar as actuais eleições autárquicas em Marvão. Não quero participar, não me revejo em qualquer das candidaturas, estou fora, e fora quero continuar. Se escrevo este artigo agora, não fui eu que escolhi o tempo, a escolha foi do actual executivo ao enviar-me uma – Nota de Impressa sobre a decisão da venda de Lotes em SA das Areias, 8 dias antes do próximo acto eleitoral de 29 de Setembro! Por isso, é agora o tempo. 

Há cerca de 15 anos atrás embarquei (ou abracei) num Projecto político local no meu concelho. Fi-lo por paixão e convencido, que através da minha participação, poderia contribuir para a melhoria das condições de vida no meu concelho, comunidade em que me encontrava integrado.

Durante mais de 10 anos em que estive envolvido nesse Projecto, procurei dar o melhor de mim mesmo, quer dentro da estrutura partidária em que me encontrava (o PSD), quer nos cargos para que fui eleito, influenciando com os meus conhecimentos e experiências de vida, aquilo que me parecia ser o melhor para Marvão. Nunca ambicionei, nem exigi, e muito menos me pus a jeito, para tirar daí qualquer dividendo pessoal, familiar ou outro, e como mostra a história, isso aconteceu: tal como entrei assim saí, ou seja pelo meu pé e de mãos vazias.

Deixei todos os cargos há cerca de 2 anos, em rotura de base com algumas das decisões políticas de então, dos órgãos executivos desse Projecto: Concelhia de Marvão do PSD; e executivo da Câmara Municipal liderada por Vítor Frutuoso. As razões podem ser relembradas aqui. Mas, resumidamente, foram as seguintes:

1 - Desacordo com o endividamento da CM de Marvão: Tinha-se herdado em 2005 uma dívida de 650 mil euros, eu próprio já tinha votado aumentos até 1,8 milhões; e naquela altura o executivo queria pedir mais cerca de 800 mil euros, que totalizaria cerca de 2,5 milhões. Votei contra, tendo sido o único na bancada do PSD.        

2 – Desacordo total com a política de habitação do executivo, e o projecto de construção de 70 fogos para Habitação Social, que honoraria, com custos insuportáveis, o município nos próximos 70 anos, através de um Projecto tipo “parceria público privado”, cujo único objectivo era satisfazer clientelas e “caça ao voto”; já que todos os dados demonstravam que a habitação não era um problema no concelho (existem 2 apartamentos por família segundo os censos 2011), e esse tipo de projectos já se advinham que seriam a ruína do país, e no caso concreto para o concelho de Marvão. Propus na altura, que se vendessem os Lotes à iniciativa privada, a custos controlados e com regras para se combater a especulação que existia em Marvão, e que esses Lotes servissem o objectivo da sua aquisição. Fui derrotado.

3 – Discordava da venda de Património, nomeadamente da Propriedade da Coutada (terrenos subjacentes à vila de Marvão), cujas verbas daí resultantes em nada resolveriam os problemas financeiros de Marvão, e estava-se a hipotecar Património para fins pouco claros. O que fariam os compradores com esses terrenos? Até hoje não há respostas.

4 – Estava contra a manutenção de um Presidente da Assembleia Municipal (autoridade máxima de representação dos marvanenses), mas que estava sempre ausente, inclusive na presidência das ditas, onde apenas tinha estado presente em metade (6/12) situação nunca vista em Marvão. E ele próprio se tinha manifestado como um obstáculo à construção de uma infra-estrutura essencial ao bem-estar e saúde pública dos marvanenses (alegando danos pessoais): a célebre ETAR da Beirã, prometida por todos os executivos há mais de 30 anos, prometida pelo actual executivo desde 2005, e nunca construída. Marvão, com amigos como este, nem precisa de inimigos.       

Existiram ainda outras razões, mas só estas, já me parecem suficientes e elucidativas, para as seguintes conclusões ao fim de dois anos, a saber:

1 – Desde essa data o executivo não contraiu mais nenhum empréstimo. Em Dezembro de 2012 a sua dívida aos bancos era apenas de 1,4 milhões de euros; e tem actualmente em Caixa quase 3 milhões de euros (e já tinha na altura mais de 1,5 milhões). Alguém me explica os pedidos de Empréstimos em Junho de 2011?

2 - O Projecto de construção dos 70 Fogos para Habitação Social (um dos grandes projectos ancora para desenvolvimento do concelho de Marvão, na voz de Vítor Frutuoso) revelou-se um verdadeiro fiasco. Quando chegou ao Tribunal de Contas (e tal como eu havia alvitrado e previsto) mandou-os bugiar, foi por água abaixo. Hoje, ou seja no próximo dia 18 de Setembro, Vítor Frutuoso e a sua fabulosa equipa, preparam-se para vender, em Hasta Pública, a privados, 9 Lotes em SA das Areias, tal como eu já lhe tinha sugerido há mais de 3 anos! Espero que faça o mesmo na Beirã e em SS da Aramenha. Espero ainda, que os prejuízos (diferença entre custos e receitas) para o município e para os contribuintes não sejam grandes, e que alguém desafie o executivo a apresentar essas contas, e a reflectir futuramente em negócios idênticos!

3 – A venda urgente da propriedade da Coutada, até hoje, não se efectuou, e bem. E espero que assim continue. As verbas da sua alienação não aquecem nem arrefecem a vida do município, e a sua manutenção, é algo que orgulhará os vindouros, e quem sabe um dia seja precisa.

4 – Quanto ao máximo representante dos Marvanenses, o Presidente da AM? É caso para dizer: tudo como dantes. O respeito que tem pelas pessoas que o elegeram é Zero, continua a faltar, ou usa de hipocrisia como foi o caso da sua intervenção pública em 25 de Abril de 2013. Data tal, que afirmou em plena Assembleia, nunca festejar, por se considerar, mais uma vez, prejudicado pessoalmente pelo regime implantado aí. Só que continua a presidir a um dos Órgãos nascidos com essa mesma data.

Entretanto, e segundo notícias que me chegaram, esse senhor, e mais uma vez, nem na Apresentação da actual Candidatura às próximas eleições, de que é “cabeça de lista”, esteve presente! Coerências de gente séria!
   
Precisava deste desabafo....

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Bye, bye, Pedro! Não sei se gostei de te conhecer....


No passado, não nutri muita simpatia por ti, sobretudo, por causa das tuas diabruras na jota. Depois, quando reapareceste, e perante o deserto que era a concorrência, cheguei a acreditar que talvez fosses diferente: jovem, sério, sem tiques, com alguma clareza no discurso, e sobretudo por te opores à podridão socretina; até fui teu mandatário partidário para o meu concelho (por sugestão do amigo Pedro Sobreiro), quando ainda não representavas o poder, centralizado por essa altura na tia manuela, depois mais tarde, quando já cheiravas a esse tal poder, rapidamente fui preterido, e os gurus/caciques, rapidamente te começaram a beijar o cu. Diga-se, que até já me tinha acontecido o mesmo anos antes, com um tal de nome Vítor Frutuoso (a minha falta de habilidade para lidar com com o poder deve ser inata).

Durante estes 4 anos, com a minha pouca influência, aqui te tenho defendido, bem como a algumas das tuas políticas, quase sempre pela coragem que demonstraste até há uns dias atrás. Mas agora não posso mais com as tuas cedências, ao preferires o caminho das máfias que minam o caminho em Portugal há 40 anos, se é que tu não és já um deles.

Primeiro foi o Secretário da Energia Henrique Gomes, apenas porque afrontou os monopólios da dita, e consequentemente, os seus financiadores da banca; depois foi o Relvas, cujo problema não foi o da sua Licenciatura (a maioria dos licenciados em Portugal tiveram questões processuais como as dele, é só investigar um pouquinho), mas sim por se ter metido com o império “embalsamado”, diga-se abertamente grupo balsemão; a seguir veio o Gaspar, a sua seriedade, poder, e a ligação ao exterior, diga-se credores que nos emprestam o “guito”, era um obstáculo aos poderes obscuros instituídos, e enquanto o não cercaram e mandaram às urtigas não descansaram; depois foi aquela jogada suja do Portas, que parecendo perdedor, foi na realidade o grande vencedor, enquanto representante máximo da obscuridade do poder internacional e nacional mafioso; daí à substituição do Álvaro (talvez outro dos honestos, e quem sabe mesmo independente (!)), pelo seu amigo (dele Portas) competentíssimo Lima, sem que isso cause qualquer admiração à comunicação social dominada pelos “embalsamados”, tralha socrática e afins, foi um ver se te avias....

Para a cereja no topo do monte de m***a, só falta a Maria Luís (coitada, até a comem viva), último reduto do assalto ao poder (CDS + PS), que é como quem diz a dupla Portas Seguro. Mas isso não irá demorar muito. E assim até o Tó Zé, o Marocas, o Alegre, o Mexia e restante corja vão ficar mais sossegados, o bebé há-de chegar, e maduro para não dar muito trabalho a criar...


Por tudo isto, meu caro Pedro, me despeço. Se queres a minha opinião, segue o conselho do teu pai: livra-te disto! Olha que os "velhos" têm muitas vezes razão...