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terça-feira, 3 de junho de 2014

terça-feira, 27 de maio de 2014

Expressões que me aborrecem!


“Vitória de Pirro...”

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

"Temos o direito de ser humilhados"

O que é que se podia esperar disto? Passaram 2 anos e...

quarta-feira, 24 de julho de 2013

E, de repente em Marvão....


Música é o que está a dar!

As novidades:


- Sol de Marvão




- Vozes da Aldeia (Escusa)




Os já consagrados:

- Cantareias



- Rancho Folclórico de Santo António das Areias



- E o Projecto a Grupa, deixado a meio, mas que um dia, quem sabe, possa ressuscitar!



... aguarda-se, mais lá para Setembro, os "solos" de Carlos Castelinho e Vítor Frutuoso. E já agora, que tenham em conta um pouco desta lufada cultural!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

o josé, e, a pilar...

01/02/2011


Ontem fui ao cinema, coisa que não fazia há mais de dez anos. Fui ver o “José e Pilar”, que é assim como um documentário de desagravamento, pós morte, de alguém que é uma figura maligna, da erudita sociedade portuguesa.

Sinceramente, para quem conhece a obra de Saramago, aquilo parece-me uma “coisa muito light”, que só foi possível realizar, porque apanharam o homem com os pés para a cova, e, que apesar de não ter temor ao julgamento divino, coitado, gostaria de ficar o melhor possível com os da sua espécie.

No final, foi proposto um debate com o realizador, que estava presente (muito cansado por ter feito trezentos quilómetros para vir a Portalegre, mas também, segundo nos confidenciou, por ter passado quatro anos a aturar aquele casal), sobre o filme, e o “nosso” Nobel.

As questões e comentários, quase todas feitas por mulheres da assistência, recaíram, maioritariamente, sobre a personalidade de Pilar del Rio, secundarizando, vá lá saber-se porquê, o José.

É um facto, que este José da canada, só começou salientar-se, após ter conhecido a andaluza de castril. Até aí, a sua obra, era conhecida apenas por meia dúzia de marxistas, não obstante, já terem nascido alguns dos seus produtos mais importantes, como: levantado do chão, o ano da morte de ricardo reis, o memorial do convento e, a jangada já havia passado pelos açores.

Claro que bem conheço aquela máxima, “de que por trás de um grande homem estar sempre uma grande mulher…”, mas porra, daí a converter-se simplesmente no marido da Pilar, é excessivo.

Não fosse eu, conhecedor dessa sua produção livreira pré-pilar, e teria questionado também o senhor Miguel Gonçalves Mendes, sobre uma dúvida que há muito se me acomete:

- Tendo ele privado durante quatro anos com este casal de pombinhos, será que ela (pilar), não metia uma manita na fértil imaginação saramaguiana?

Mas fiquei calado, quem sabe, para não fazer má figura, ou não fosse o seu “engenho” andar por ali e amaldiçoar-me enquanto seu discípulo aprendiz.