quarta-feira, 30 de junho de 2021

Ao estado a que isto chegou (novamente)!!!

“..há Estados liberais, capitalistas, socialistas e, há o estado a que esta merda chegou. Por isso chegou a hora de pormos termo a isto.” Disse Salgueiro Maia aos seus soldados na noite de 24 de Abril de 1974, antes da EPC de Santarém ter avançado sobre Lisboa, para o golpe de 25 de Abril.

Salgueiro Maia, que anos mais tarde havia de recusar promoções abusivas; Salgueiro Maia que exigiu quando morresse ser sepultados em campa rasa, por ser habitante de um país pobre e pedinte; Salgueiro Maia que sempre recusou, em vida, ter tratamento diferente ou ser considerado herói.  

Eu que fui seu contemporâneo, fiz a minha formação militar nessa Escola, tenho orgulho de ter servidos também a cavalaria portuguesa e sou um admirador, confesso, de tais valores.

Fico, pois estupefacto, quando vejo nesta notícia, dizerem que o vão homenagear com “uma casa museu”, onde vão ser investidos 4 milhões de euros! Bolas, 4 milhões de euros é praticamente o orçamento anual do município que é o responsável por este investimento! 

Tenho a certeza que, se Salgueiro Maia fosse vivo, nunca aceitaria uma coisa destas, quando tanta gente passa graves necessidades neste país.

Ao “estado” a que este Estado chegou novamente. Precisamos de alguém como o Maia para por termo a isto...

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 27 de Junho de 2021

Na semana que terminou a 27 de junho de 2021, e face à semana anterior, voltou a registar-se um aumento de todos os indicadores que aqui monitorizamos. No entanto, a ascensão da curva, foi menos acentuada que na semana anterior. Isto poderá ser um sinal que, talvez, tenhamos chegado ou estejamos próximo, do seu cume.

Como podemos observar no Quadro em baixo:

- Na última semana registaram-se em Portugal  9 426 testes positivos à covid 19, mais 1 823 casos do que na semana anterior.

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 167 casos/100 000 habitantes; mais 45 casos do que há uma semana.

- A média da última semana foi de 1 347 casos/dia; mais 261 casos/dia que na semana anterior.

- Ao dia 27  de Junho encontravam-se internados 477 pessoas; mais 72 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 27 de Junho eram 116 os internados; mais 19 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 19 óbitos associados à covid. Mais 1 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados, foi de 1,8% registou uma diminuição face ao anterior período. Isto é, menos que 2 casos por cada 100 testes efectuados.

- No período de 20/6 a 24/6 realizaram-se em Portugal cerca de  328 000 testes,  que de grosso modo, correspondem a cerca de 33 milhões de euros de custos aos contribuintes portugueses.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores nas últimas 6 semanas:


    Quadro de minha autoria, dados da DGS

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Só podem estar a gozar!

Há coisas que não percebo.

Dizem os “cientistas” do regime, com todo o poder que lhes conferem, que as tais vacinas anti covid não evitam a infecção pelo dito sars cov 2 mas, o que evitam, é a forma grave de doença. Certo.

Dizem ainda, que mesmo depois de inoculados com as tais duas doses, se forem infectados, os mesmos serão difusores da infecção. Isto é, poderão contagiar os seus semelhantes, tanto os não vacinados como, suponho eu, também os já vacinados, que depois infectarão outros. Certo?

Expliquem-me então como é que estes governantes, Presidente da República incluído, podem andar a fazer a apologia que os portugueses se desloquem para uma zona crítica em Espanha, que tem mais de 240 casos/100 000 habitantes (tal como a zona metropolitana de Lisboa), para irem ver um jogo da bola. Coisa que, nem podem fazer no seu país há mais de ano e meio.

Só falta dizerem que quem não for a Sevilha é anti patriota!!!



 

quinta-feira, 24 de junho de 2021

À atenção dos covideiros alarmistas

Os Gráficos que em baixo publico, dizem respeito às possíveis 4 ondas da pandemia que afectaram Portugal até à presente data.

Nas 3 primeiras, como podemos observar, em comum tiveram um comportamento muito semelhante: ascensão durante +/-  6 semanas e depois começar a descer. 

Como podemos observar no último Gráfico, esta 4ª onda, está a subir há 6 semanas consecutivas, pelo que é de esperar que estejamos, por estes dias, a atingir o cume da curva.

Existe, no entanto uma variável, a vacinação, que nesta onda poderá vir a alterar o perfil de tempo de desenvolvimento da curva e o seu consequente retardamento. Já que, o “terreno”, para progressão da bicharada não é agora tão fértil, pois irão encontrar maiores dificuldades para percorreram o seu ciclo normal. Como diz o povo: não há bela sem senão!

Parece assim, estar na hora dos "estrategas covideiros", tal como nas anteriores ondas, virem tomar as já habituais medidas da treta, para depois nos virem dizer, que a contenção da coisa se deveu aos seus “brilhantes” procedimentos.

Covideiros e governantes, se não conseguimos evitar problemas, as medidas para os minimizar e/ou controlar, tomam-se no inicio e não no fim. Será que ainda não aprenderam?

Nem os toiros de lide se deixam enganar tantas vezes...    


                 Gráficos de minha autoria, dados da DGS
 

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 20 de Junho de 2021

Na semana que terminou a 20 de junho de 2021, e face à semana anterior, registou-se um aumento acentuado de todos os indicadores que aqui monitorizamos.

Se tivermos como comparação os dados registados há acerca de um mês (16 de Maio), apesar das altas taxas de vacinação apregoadas, os indicadores de incidência, praticamente, triplicaram e os internamentos duplicaram.

A seguir, com muita atenção, a quantidades de pessoas vacinadas e que estão a testar positivo, que parece ser muito acima da taxa de eficácia anunciada para as vacinas!

É paradoxal, como os nossos governantes, tão radicais no passado e, agora, com todos os Indicadores a aumentarem há 6 semanas consecutivas e não se lhes conhece quaisquer medidas para tentar contrariar esta situação. A não ser a brincadeira de quererem cercar a zona metropolitana de Lisboa durante um fim de semana.

Como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo:

- Na última semana registaram-se em Portugal 7 603 testes positivos à covid 19, mais 3 122 casos do que na semana anterior. Existiu quase uma duplicação.

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 122 casos/100 000 habitantes; mais 36 casos do que há uma semana.

- A média da última semana foi de 1 086 casos/dia; mais 389 casos/dia que na semana anterior.

- Ao dia 20  de Junho encontravam-se internados 405 pessoas; mais 80 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 20 de Junho eram 97 os internados; mais 15 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 18 óbitos associados à covid. Mais 5 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados, registou um aumento substancial e foi de 2,5%. Isto é, em cada 200 testes realizados, testaram positivo 5 pessoas. 

- No período de 13/6 a 19/6 realizaram-se em Portugal, pelo menos, 300 000 testes,  que de grosso modo, correspondem a cerca de 30 milhões de euros de custos aos contribuintes portugueses.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores nas últimas 6 semanas.

     Quadro de minha autoria dados da DGS

domingo, 13 de junho de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 13 de Junho de 2021

Na semana que terminou a 13 de junho de 2021, e face à semana anterior, tal como tínhamos aqui previsto, registou-se um aumento de todos os indicadores que aqui monitorizamos. Desta vez, nem os internamentos e nº de óbitos escaparam.

Se tivermos como comparação os dados registados há acerca de um mês (9 de Maio), apesar das altas taxas de vacinação apregoadas, os indicadores de incidência, praticamente, duplicaram.

A seguir, com muita atenção, a quantidades de pessoas vacinadas e que estão a testar positivo, que parece ser muito acima da taxa de eficácia anunciada para as vacinas!

Como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo:

- Na última semana registaram-se em Portugal 4 481 novos testes positivos à covid 19, mais 893 casos do que na semana anterior.

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 86 casos/100 000 habitantes; mais 13 casos do que há uma semana.

- A média da última semana foi de 697 casos/dia; mais 127 casos/dia que na semana anterior.

- Ao dia 6  de Junho encontravam-se internados 325 pessoas; mais 60 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 6 de Junho eram 82 os internados; mais 30 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 13 óbitos associados à covid. Mais 2 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados, foi de 1,5%. Isto é, em cada 200 testes realizados, testaram positivo praticamente 3 pessoas. 

- No período de 5/6 a 12/6 realizaram-se em Portugal, pelo menos, 340 952 testes,  que de grosso modo, correspondem a cerca de 35 milhões de euros de custos aos contribuintes portugueses.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores nas últimas 6 semanas.

     Quadro de minha autoria, com base nos dados da DGS
 

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 6 de Junho de 2021

Na semana que terminou a 06 de junho de 2021, face à semana anterior, voltou a registar-se um aumento de praticamente todos os indicadores que aqui venho monitorizando, com exceção do nº de doentes internados.

Como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo:

- Na última semana registaram-se em Portugal 3 988 novos testes positivos à covid 19, mais 554 casos do que na semana anterior.

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 73 casos/100 000 habitantes; mais 10 casos do que há uma semana.

- A média da última semana foi de 570 casos/dia; mais 80 casos/dia que na semana anterior.

- Ao dia 6  de Junho encontravam-se internados 265 pessoas; menos 6 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 6 de Junho eram 52 os internados; menos 2 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 11 óbitos associados à covid. Mais 5 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados, foi de 1,2%. Isto é, em cada 500 testes realizados, testaram positivo praticamente 6 pessoas. No período que avaliamos (30/5 a 4/6) realizaram-se em Portugal, pelo menos, 264 634 testes,  que de grosso modo correspondem a cerca de 26 milhões de euros de custos aos contribuintes portugueses.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores nas últimas 5 semanas.


No Gráfico em baixo, podemos observar que a curva de testes positivos continua em fase ascendente. Esta ascensão verifica-se há 4 semanas consecutivas.

De acordo com o sucedido anteriormente, é de esperar, que esta ascensão se mantenha por mais duas a três semanas, isto é, praticamente até final do mês de Junho.


   

Nota: Quadro e Gráfico de minha autoria, dados da DGS.

 

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Evolução de testes positivos de covid 19 em Portugal

Tinha esperança de não voltar a estes gráficos mas, pelos vistos, estava enganado!

Como se pode ver no Gráfico em baixo, Portugal está há mais de 4 semanas consecutivas a aumentar o nº de casos positivos semanalmente. 

Na semana que terminou a 30 de Maio registaram-se 3 494 testes positivos, mais cerca de 1 000 casos/semana do que há um mês. Possivelmente, esta semana, ultrapassaremos os 4 000 casos e voltaremos aos números do princípio de Março.

Como se pode constatar, a vacinação só por si (já nem falo da mascarilha), não resolve todos os problemas. Pelo que, se há que tomar algumas medidas preventivas, é agora. Antes que a coisa descambe.

Em Portugal, nos últimos 14 dias (20/5 a 3/6), registaram-se 72 casos/100 000 habitantes. No Reino Unido 64 casos/100 000 habitantes.

A linha vermelha deles, se bem me lembro, são os 75 casos/100 000 habitantes. Eles sabem (e nós também) que Portugal atingirá esse nº durante esta semana. Por isso não percebo qual o alarido do fecho de fronteiras! 

As nossas autoridades não sabiam isso há muito?

Os ingleses são brutos (alguns são mesmo burros), mas não parvos de todo!


     Gráfico de minha autoria, dados da DGS

 

domingo, 30 de maio de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 30 de Maio de 2021

Na semana que agora termina a 30 de Maio de 2021, e face à semana anterior, registou-se um aumento de praticamente todos os indicadores que aqui venho monitorizando, com exceção do nº de óbitos e o nº de doentes internados em unidades de cuidados intensivos. Mas face ao aumento dos restantes indicadores será de esperar que, também estes, venham a aumentar na próxima semana.

Não querendo ser alarmista e apesar da imunidade de grupo ser cada vez maior (incidência da doença + vacinação), possivelmente estaremos perante a 4ª vaga. A dimensão não será como as restantes e esperemos que, a exemplo de outras no passado, venha a revelar-se apenas residual.

Desiludam-se os “covideiros”, primos diretos dos inquisidores e pides, que andam por aí de “faca afiada” a acusar tudo e todos, que este desenvolvimento nada tem a ver com comemorações sportinguistas e afins. Trata-se apenas o desenvolvimento natural da doença.  

Como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo:

- Na última semana registaram-se em Portugal 3 434 novos testes positivos à covid 19, mais 392 casos do que na semana anterior.

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 63 casos/100 000 habitantes; mais 8 casos do que há uma semana.

- A média da última semana foi de 490 casos/dia; mais 55 casos/dia que na semana anterior.

- Ao dia 23 de Maio encontravam-se internados 271 pessoas; mais 51 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 23 de Maio eram 54 os internados; menos 4 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 6 óbitos associados à covid. Menos 4 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados, foi de 1,1%. Isto é, em cada 100 testes realizados, testou positivo praticamente 1 pessoa. No período que avaliamos (24/5 a 23/5) realizaram-se em Portugal, pelo menos, 270 300 testes,  que de grosso modo correspondem a cerca de 27 milhões de euros de custos aos contribuintes portugueses.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores nas últimas 5 semanas.



segunda-feira, 24 de maio de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 23 de Maio de 202


Na semana que agora termina a 23 de Maio de 2021, e face à semana anterior, registou-se um aumento em alguns dos indicadores que aqui venho monitorizando, nomeadamente, no nº de testes positivos rastreados e no nº de casos por 100 000 habitantes. No entanto, nos Indicadores mais importantes, como são o nº de óbitos e nº de doentes internados, estes baixaram significativamente.

Como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo:

 - Na última semana registaram-se em Portugal 3 042 novos testes positivos à covid 19, mais 442 casos do que na semana anterior.

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 55 casos/100 000 habitantes; mais 7 casos do que há uma semana. Tal como havíamos previsto na semana passada, este indicador iria subir.

- A média da última semana foi de 435 casos/dia; mais 64 casos/dia que na semana anterior.

- Ao dia 23 de Maio encontravam-se internados 220 pessoas; menos 20 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 23 de Maio eram 58 os internados; menos 18 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 10 óbitos associados à covid. Menos 5 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados, foi de 1,1%. Isto é, em cada 100 testes realizados, testou positivo praticamente 1 pessoa. No período que avaliamos (17/5 a 23/5) realizaram-se em Portugal, pelo menos, 265 500 testes (+ 6 500 do que na semana anterior), que de grosso modo correspondem a cerca de 26 milhões de euros de custos aos contribuintes portugueses.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores nas últimas 5 semanas.



 

domingo, 16 de maio de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 16 de Maio de 2021

Na semana que agora termina a 16 de Maio de 2021, e face à semana anterior, registou-se um ligeiro aumento em alguns dos indicadores que aqui venho monitorizando. Nomeadamente, no nº de testes positivos rastreados e no nº de doentes internados em unidades de cuidados intensivos. 

Não faltarão “covideiros” que já começarão a proclamar que tal se deve aos festejos futebolísticos. No entanto, tal não corresponde à verdade, já que esta tendência já se fazia sentir antes de Terça-feira.

Como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo:

- Na última semana registaram-se em Portugal 2 600 novos testes positivos à covid 19, mais 295 casos do que na semana anterior. Esta situação verifica-se após 5 semanas consecutivas de diminuição de casos;

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 48 casos/100 000 habitantes; menos 2 casos do que há uma semana. Este indicador diminuiu por influencia dos dados dos primeiros 7 dias. Possivelmente, para a semana, assistiremos a um aumento deste indicador;

- A média da última semana foi de 371 casos/dia; mais 42 casos/dia que na semana anterior.

- Ao dia 16 de Maio encontravam-se internados 245 pessoas; menos 23 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 16 de Maio eram 76 os internados; mais 2 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 15 óbitos associados à covid. Igual à semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados, foi de 1,0%. Isto é, em cada 100 testes realizados, testou positivo 1 pessoa. No período que avaliamos (8/5 a 14/5) realizaram-se em Portugal, pelo menos, 259 000 testes, que de grosso modo correspondem a cerca de 26 milhões de euros de custos aos contribuintes portugueses.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores nas últimas 5 semanas.





domingo, 2 de maio de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 02 de Maio de 2021

Na semana que agora termina a 2 de Maio de 2021, todos os indicadores que monitorizamos, mantiveram o seu percurso decrescente, sendo alguns apenas residuais, nomeadamente, o nº de óbitos registados.

- Como podemos observar no Quadro e Gráficos em baixo, registaram-se em Portugal 2 517 novos testes positivos à covid 19; menos 924 do que na semana anterior;

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 58 casos/100 000 habitantes; menos 10 casos do que há uma semana;

- A média da última semana foi de 360 casos/dia; menos 131 casos/dia que na semana anterior.

- No dia 2 de Maio encontravam-se internados 311 pessoas; menos 37 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 2 de Maio eram 85 os internados; menos 13 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 12 óbitos associados à covid, menos 11 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados foi de 0,7%. Isto é, em cada 400 testes realizados testaram positivos apenas 3 pessoa. No período que avaliamos (1 semana) realizaram-se em Portugal, pelo menos, 360 000 testes, que de grosso modo correspondem a cerca de 36 milhões de euros de custos aos contribuintes portugueses.

 No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores nas últimas 5 semanas.


     Fonte: DGS, quadro de minha autoria

                   Fonte: https://www.worldometers.info/coronavirus/country/portugal/
 

segunda-feira, 26 de abril de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 25 de Abril de 2021

Andam por aí uns rapazes, que se dizem cientistas, que até vão às sessões do Infarmed, lançar uns bitaites como bruxos, que raramente acertam nas previsões com que tentam influenciar o poder político, que deveriam começar a ser questionados pelo rol de asneiras que aí vão pregando sobre cenários catastrofistas.

Então em 25 de Abril as coisas estão assim. Quem quiser que compare com o que esses “sábios” da treta disseram há 15 dias e depois tirem ilações, que eu estou farto deles.

- Na semana que terminou a 25 de Abril, como podemos observar no Quadro em baixo, registaram-se em Portugal 3 507 novos testes positivos à covid 19; menos 66 do que na semana anterior e menos 718 do que há 2 semanas. Os cenários  catastrofistas sobre o ”desconfinamento” estão bem à vista;

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 68 casos/100 000 habitantes; menos 7 casos do que há uma semana;

- A média da última semana foi de 491 casos/dia; menos 10 casos/dia que na semana anterior.

- No dia 25 de Abril encontravam-se internados 348 pessoas; menos 150 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 25 de Abril eram 98 os internados; menos 11do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 23 óbitos associados à covid, menos 6 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados foi de 0,7%. Isto é, em cada 400 testes realizados testaram positivos apenas 3 pessoa. Comparando com a semana anterior, este indicador teve uma diminuição de, 3 décimas percentuais. No período que avaliamos (1 semana) realizaram-se em Portugal, pelo menos, 464 950 testes, que de grosso modo correspondem a cerca de 47 milhões de euros de custos aos contribuintes portugueses.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores nas últimas 5 semanas.


    Fonte: DGS. Quadro de minha autoria

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 18 de Abril de 2021

- Na semana que terminou a 18 de Abril, como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo, registaram-se em Portugal 3 507 novos testes positivos à covid 19; menos 652 do que na semana anterior. Verifica-se assim que, após duas semanas de crescimento, o nº de casos voltou a descer esta semana, pelo que o impacto dos desconfinamentos parece ter tido pouca relevância.

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 75 casos/100 000 habitantes; mais 5 casos do que há uma semana.

- A média da última semana foi de 501 casos/dia; menos 93 casos/dia que na semana anterior.

- No dia 18 de Abril encontravam-se internados 428 pessoas; menos 38 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 18 de Abril eram 109 os internados; menos 4 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 29 óbitos associados à covid, menos 8 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados foi de 1,0%. Isto é, em cada 100 testes realizados testaram positivos apenas 1 pessoa. Comparando com a semana anterior, este indicador teve uma diminuição de, praticamente, meio ponto percentual. No período que avaliamos (1 semana) realizaram-se em Portugal, pelo menos, 327 011 testes, que de grosso modo correspondem a cerca de 33 milhões de euros de custos aos contribuintes portugueses.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores nas últimas 4 semanas, desde 28 de Março 2021.


     Fonte: DGS

No que toca à evolução da Curva de testes positivos, podemos verificar no Gráfico que se segue que, após duas semanas de ascensão, esta semana a curva voltou a decrescer. Pelo que as minhas previsões de início da 4ª vaga, por enquanto, parecem gorar-se, e ainda bem.

Outra conclusão que podemos tirar da analise ao perfil da curva é que o processo de desconfinamento iniciado há cerca de 1 mês, parece não estar ter grande impacto na sua evolução, assim como as festividades da Páscoa. 

Aguardemos a próxima semana.


   Gráfico de minha autoria: Dados da DGS
 

domingo, 18 de abril de 2021

Como é que esta gente pode triunfar?

Pessoalmente, não me apoquentam, nem estes figurões nem estas mentiras de miúdos de idade pré-escolar. O que me chateia é o “caldinho” (sistema social) que nos andam a servir. E nós, os papalvos, papamos tudo, sem azedume, sem contestar, sem revolta.

Para onde caminhamos?

2 Exemplos:

1º- Ontem, no fim de um jogo de futebol, com mais uma derrota do Benfica, o seu treinador, dono do poder quase absoluto nesse clube, que querem endeusar como um grande sábio do futebol veio dizer mais ou menos: “o Benfica está bem, o que tem de mudar é o futebol português”.

Meu caro “jasus”, todos sabemos que o futebol português não é o melhor da Europa, agora vir com essas tretas, quando o seu clube jogou com o 10º classificado da liga e, perdeu, em casa, por 2-1; onde nessa mesma liga em 27 jogos a sua equipa só ganhou 17 (63%); na temporada da Europa, em 9 jogos disputados, a sua equipa só ganhou 3 (33%). Não seria melhor ir pentear macacos e meter o seu argumento onde o outro meteu as couves?

2º - Bem mais grave, porque se enquadra numa campanha descabida de lançar o MEDO, constantemente, sobre um povo pouco preparado para enfrentar o poder dos órgãos de comunicação social e dos políticos oportunistas. Hoje ao início da tarde, um jornal que até considero, o ECO, noticiava sobre a covid 19: “Pressão sobre o SNS está a subir.” 

O medo é tanto que o povo já acredita em tudo. No entanto, como podemos ver no Quadro que publico em baixo, essa notícia não passa de um claro disparate. Aí podemos observar que, quer os internamentos gerais, quer em cuidados intensivos, têm diminuído todas as semanas e, atingiram o seu valor mais baixo, precisamente hoje, dia 18 de Abril: 428 internados, 109 dos quais em cuidados intensivos. Seria bom relembrar a esta gente que já estiveram internados no princípio de Fevereiro cerca de 7 000 doentes, dos quais 900 em cuidados intensivos! Isto é, o SNS tem neste momento internados por covid 19, 6% do que já teve. 

E vêm nos anunciar “Pressão sobre o SNS está a subir.”!!!



 

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Porque é que isto não é notícia para a comunicação social – Mortalidade em Portugal nos últimos 45 dias

Entre 1 de Março e 14 de Abril dos últimos 4 anos, nunca se registaram tão poucas mortes em Portugal, como em 2021.

Como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo e de acordo com os dados DGS, durante esse período, no ano de 2021 registaram-se 13 231 óbitos.

- Menos 2 611 do que em 2020;

- Menos 1 133 do que em 2019;

- E menos 1 967 do que em 2018.

É significativo! Digo eu.

Este fenómeno é tanto mais importante porque estamos quase a 6 meses debaixo de um “estado de emergência”, devido a uma pandemia que, afinal, é apenas responsável por 4% das mortes ocorridas em Portugal.

Se isto não fosse trágico, poderíamos dizer que era cómico!

Quando daqui a meia dúzia de anos olharmos para esta loucura colectiva, seremos levados a concluir que, citando Saramago, possivelmente, teremos ficado todos cegos.   

Bem nos poderão vir alegar Rt`s, incidências a 14 ou 7 dias, testagens massivas, efeitos de confinamentos, modelos matemáticos, etc., etc., que a morte é a morte e, estes dados, não os podemos ignorar. E o que eles nos dizem é que está a morrer muito menos gente do que em anos anteriores: com a covid ou sem ela.

O que também bastante me intriga é o silêncio de alguns profissionais da saúde, quando em Julho e Agosto de 2020, se registaram picos de mortalidade (quase sem mortes covid), logo vieram pôr-se em bicos de pés, alvitrando que tal se devia ao abandono de cuidados médicos. E agora, porque estão calados? Será que já recuperaram todo trabalho que ficou para trás?  Consultas, cirurgias...

E a comunicação social, porque continua a metralhar-nos com os fantasmas apocalíticos covideiros, quando todos os dias se estão a bater recordes de baixa mortalidade em Portugal:

- 11 de Março 2021: 265 óbitos;

- 25 de Março 2021: 259 óbitos.

Quando a média dos últimos 12 anos se cifra nos 330 óbitos/dia!  




     Gráfico de minha autoria. Fonte: DGS

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 11 de Abril de 2021

- Na semana que terminou a 11 de Abril, como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo, registaram-se em Portugal 4 159 novos testes positivos à covid 19; mais 1 231 do que na semana anterior. Verifica-se assim, que pela 2ª semana consecutiva se registou um aumento de casos/semana, sendo que, na semana que agora termina, esse aumento foi bastante significativo.

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 70 casos/100 000 habitantes; mais 13 casos do que há uma semana;

- A média da última semana foi de 594 casos/dia; praticamente, mais 177 casos/dia que na semana anterior.

- No dia 11 de Abril encontravam-se internados 466 pessoas; menos 51 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos no dia 11 de Abril eram 113; menos 4 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 37 óbitos associados à covid, menos 5 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados foi de 1,5%. Isto é, em cada 200 testes realizados testaram positivos 3. Comparando com a semana anterior, este indicador teve uma diminuição de, praticamente, meio ponto percentual. Isto porque houve um aumento significativo de Testes efectuados face à semana anterior.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores desde o início do mês de Março 2021.


    Fonte: DGS

No que toca à evolução da curva de testes positivos, na semana que agora termina, é já evidente que, no Gráfico que se segue, a mesma voltou ao trajecto ascendente. Tal como já defendi no passado, este facto deve-se mais à história natural da doença, que ás fases do “virtual” desconfinamento, basta comparar com o que está a suceder em outros países da Europa com planos completamente diferentes do que em Portugal, quer nos tempos, quer nos métodos.

Possivelmente estaremos no início da 4ª vaga, e esperemos que a última, se o bicho se comportar como os anteriores, nomeadamente o da denominada “gripe espanhola”.  Se isto se verificar, também esta 4ª vaga será bastante mais suave que a anterior, sobretudo por causa das dificuldades que o vírus começa a ter em progredir, devido à imunidade já existente numa grande percentagem da população, sobretudo a natural, já que ada vacinação ainda estará para ser provada no futuro.

    Gráfico de minha autoria. Dados da DGS
 

sábado, 10 de abril de 2021

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Ponto de Situação da pandemia em Portugal a 4 de Abril de 2021

- Na semana que terminou a 4 de Abril, como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo, registaram-se em Portugal 2 928 novos testes positivos à covid 19; mais 51 do que na semana anterior. Depois de 8 semanas consecutivas a decrescer (desde o dia 25 de Janeiro), o nº de testes positivos voltou a aumentar. E este valor só não foi mais elevado, porque nos últimos 3 dias com as festividades da Páscoa, o nº de testes efectuados diminuíram drasticamente e, consequentemente, afectou  o nº de positivos dectetados. Se não houver testes não haverá casos!!

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 57 casos/100 000 habitantes; menos 3 casos do que há uma semana;

- A média da última semana foi de 417 casos/dia; praticamente, mais 6 casos/dia que na semana anterior.

- No dia 4 de Abril encontram-se internados 517 pessoas; menos 116 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos são ao dia 4 de Abril 117; menos 25 do que há uma semana.

- Durante a última semana registou-se um total de 42 óbitos associados à covid, menos 27 que na semana anterior.

- A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados foi de 2%. Isto é, em cada 100 testes realizados testaram positivos 2. Comparando com a semana anterior, este indicador teve um aumento, praticamente, para o dobro.

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores desde o início do mês de Março 2021.



    Fonte: DGS

No que diz respeito à evolução da curva de testes positivos, como podemos observar no Gráfico que se segue, após 9 semanas a decrescer (desde 25 de Janeiro), esta semana a curva voltou a aumentar em relação à semana anterior.

Tal como já disse em cima, este crescimento só não foi mais acentuado porque, nos 3 últimos dias, estivemos nas festividades da Páscoa e o nº de testes efectuados foram reduzidos, como sempre acontece aos fins de semana e feriados.

Esta semana em que estamos será crucial para avaliarmos se a 4ª vaga está aí, a exemplo do que está a suceder em toda Europa. Esperemos é que seja uma “ondinha” algarvia e que não levemos, outra vez, com uma tipo Nazaré.

Não nos venham é outra vez que com a tanga que tal se deveu às festividades da Páscoa, porque antes dessa data, já se verificava a “assunção”.


    Gráfico de minha autoria. Dados da DGS
 

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Em contramão.

Hoje já não restam dúvidas. Após 9 semanas com o nº de testes positivos da covid 19 sempre a diminuir, esta semana teremos aumento. Esperemos que seja conjuntural, mas não me parece, pelo que se está a passar em toda Europa!!

  

Não deixa de ser curioso que, quando o governo anuncia desconfinar (a partir da próxima semana), o nº de casos começou a subir. Daqui a duas semanas teremos os covideiros do regime e a comunicação social avençada a dizer que isso se deve à irresponsabilidade dos cidadãos portugueses. 

Não esqueçamos que, quando resolveram confinar da última vez e ainda não foi assim há tanto tempo, estávamos a 22 de Janeiro de 2021, já há 4 semanas que registava um aumento vertiginoso de casos e, era certo e sabido que, dali a 2 semanas, a curva começaria a diminuir. Assim, puderam dizer que isso se devia ao confinamento.

Resumindo, para o “governo Kostov”, quando se deveriam tomar algumas medidas restritivas (não o confinamento estupidificante que tem sido feito), mandam andar à vontade. Quando deveríamos desconfinar (que deveria ter começado há 4 semanas atrás), enceram-nos nas tocas e mandam a canzoada obrar.

E a “carneirada”? Essa obedece. Escusa de pensar muito, que isso dá trabalho.

O pior vai ser quando sairmos do bardo e não houver erva! Até as pedras vamos roer... 

Nota: Ah é páscoa, o bicho, que é meio urbano, fez umas mini férias.

terça-feira, 30 de março de 2021

Recordar coisas que escrevi no passado (6)

Homenagem a Fernando Santos (em dia de jogo da selecção)

(escrito em 9 de outubro de 2014)


A vez ao “santo” Santos 

Gosto de Fernando Santos, mas não acredito em milagres. Foi um dos meus mestres na arte de tentar ser treinador de futebol distrital, tendo por isso, na perspectiva de melhorar e actualizar os meus conhecimentos, acompanhado, “in vivo” e quase na íntegra, os Estágios que realizou com o Estrela da Amadora em Castelo de Vide no início da década de 90.

Não me parecendo na altura a fina flor da arte, sobretudo no que tocava às metodologias do treino, parecia ser um modelo mais à antiga quase tipo escola militar. O que mais recordo dessa observação era o seu pragmatismo de simplicidade de métodos e o seu cunho disciplinador, tão ao meu gosto, de homem de barba rija, e que não brincava em serviço.

Relembro aqui, hoje, um episódio com o então rebelde guarda redes Paulo Santos (um tal que na Escócia, num jogo da selecção de “sub 17 ou 19”, numa final de campeonato da Europa, despiu os calções e mostrou o cu aos escoceses que o apupavam), e que viria a brilhar mais tarde, sobretudo no Braga. Quando da sua apresentação num desses estágios no Estrela da Amadora, vindo dispensado do Benfica, possivelmente contrariado, chegou a Castelo de Vide, com mania de vedeta e engraçadinho.

Iniciado o treino técnico-táctico (como agora se diz), na altura treino de conjunto, logo que lhe passaram a primeira bola, imediatamente o dito, a pontapeou para a estrada nacional adjacente, o que levou Fernando Santos a corrigi-lo, dizendo: - Paulo não quero isso, quero a bola a sair a jogar cá de trás. Mas o zagalo Paulo assobiou para o lado. Pouco depois passaram-lhe outra bola e, o Paulo, dessa vez fez diferente, mas utilizando a mesma atitude espetou com ela no cemitério que ficava no lado oposto à estrada.

Essa atitude fez o bom do Santos (Fernando) ficar possesso como o Santos “diabo”, e dirigindo-se ao seu homónimo Paulo, pegou-o pelo sítio onde se usam os colarinhos, dizendo-lhe: - Amigo, aqui, fazes o que eu digo, e se voltas a fazer outra dessas, levas 2 murros nos c*****, e vais recambiado para onde vieste.

Foi assim, mais ou menos, pois eu estava a cerca 50 metros! Foi a partir daí que, o Paulo, se tornou um razoável ou mesmo bom guarda redes em Portugal, e, admitindo até que nunca tenha chegado a “santo”, espero que pelo menos, tenha passado a ser um homenzinho e deixar-se de andar a mostrar o cu. É que às vezes...

Depois, Fernando Santos, seguiu a sua carreira de treinador. Sporting, Benfica, Porto e Grécia. Em minha opinião, os resultados obtidos, nem sequer foram muito famosos. Campeão duas vezes no Porto? Mas isso até eu, que não passei de um mero admirador do Fernando! Ah, na Grécia levou a selecção aos oitavos de final do mundial? Sim, mas ainda há 10 anos, um qualquer alemão os tinha levado a campeões da Europa. E por azar com uma vitória sobre Portugal.

Agora Fernando Santos chega como um mago a Seleccionar Nacional. Total unanimidade dos analistas e comentadores da praça, nem uma voz discordante, uma crítica (até o Manuel José e o Rui Santos concordam). Pudera, ainda não disputou nenhum jogo! Ou também conhecerão o episódio com o guarda redes mostra cus?

É que o homem pode ser “Santo ou Santos” de nome, mas duvido que faça milagres! A mim estas unanimidades antes das provas, dos jogos, ou dos campeonatos, fazem-me comichão. E agora, os cus a domesticar são, pelo menos, mais "sensíveis" e "poderosos": Ronaldo, Nani, Dani, Quaresma, R. Carvalho, Pepe, Moutinho; Jorge Mendes...

Esperemos a próxima bola, que é como quem diz, o próximo jogo.

Nota da actualidade: E passados que são 7 anos sobre esta crónica, o Santos, ainda lá continua. E já foi campeão da Europa!


segunda-feira, 29 de março de 2021

28 de Março de 2021 - Situação da pandemia em Portugal

- Na semana que terminou a 28 de Março, como podemos observar no Quadro e Gráfico em baixo, registaram-se em Portugal 2 877 novos testes positivos à covid 19; menos 396 do que há uma semana. Desde o dia 25 de Janeiro que os valores vêm decrescendo, isto é, em 8 semanas consecutivas.

- Nos últimos 14 dias registaram-se em Portugal 60 casos/100 000 habitantes; menos 13 casos do que há uma semana;

- A média da última semana foi de 411 casos/dia; praticamente, menos 57 casos/dia que na semana anterior.

- Os internamentos hospitalares são ao dia 28 de Março 633; menos 132 internamentos do que há uma semana.

- Os internamentos em cuidados intensivos são ao dia 28 de Março 142; menos 28 do que há uma semana. Convém relembrar que, no inicio de Fevereiro, tivemos máximos de 900 doentes em UCI;

- Durante a última semana registou-se um total de 69 óbitos associados à covid, menos 15 que na semana anterior.

- Esta semana acrescento um novo indicador: A Taxa de Positividade, que mede a percentagem de testes positivos encontrados, em cada 100 testes realizados. Na semana que agora termina, essa Taxa, foi de 0,9%; que quer dizer que em cada 100 testes realizados, não chegou a 1 os testes positivos encontrados. Na semana anterior essa Taxa tinha sido de 1,4%. 

No Quadro que se se segue apresento a evolução destes Indicadores desde o início do mês de Março 2021.


    Fonte: https://www.worldometers.info/coronavirus/country/portugal/

Conclusões:

 Do conjunto de indicadores selecionados verificou-se uma diminuição em todos eles. Em minha opinião é de realçar o nº de casos por 100 000 habitantes nos últimos 14 dias, que se cifrou em mínimos dos últimos 6 meses, não indo além dos 60.

É de realçar ainda, a baixa taxa de positividade observada, que já não chega a 1 caso por cada 100 testes realizados; isto é, para encontrar um teste positivo (e muitos deles são falsos) os contribuintes têm de pagar 10 000 euros, já que cada teste PCR custa cerca de 100 euros. Por dia, Portugal, anda a realizar cerca de 30 mil testes, o que quer dizer que andamos a abrasar cerca de 3 milhões de euros em testes por dia. E a estratégia é avançar para o aumento de testagem, a denominada “testagem massiva”, constantemente anunciada. Eu sou a favor de uma estratégia de testagem orientada.

Outra das conclusões a tirar é que, apesar de já terem passado 2 semanas do início do desconfinamento, isso não teve qualquer impacto, até à data, no achatamento da curva epidemiológica, já que esta continuou a descer, como se pode ver no Gráfico em baixo. O que quer dizer, que há mais de 1 mês que essas medidas deveriam ter sido tomadas, e até mesmo alargadas, com abertura total das escolas e do pequeno comércio para proporcionar o desenvolvimento económico do país. Até já a conservadora e duvidosa OMS tem dúvidas, como tem sido noticiado, sobre o impacto das medidas de confinamento no desenvolvimento da pandemia. 

Gráfico de minha autoria. Dados da DGS
 

domingo, 28 de março de 2021

Indignação de um domingo de ramos

 Muitos da minha população de amigos facebuquianos (ah, pois, que eu sigo as regras do conselho, ou será conselha, económico e social, vulgo ces), estão-me a desaparecer do gozo diário de quando os leio. Tempos depois, aparecem, a dizer que estiveram ausentes por castigo de quem manda naquela espelunca. Indigna-me e revolta-me!

Não, não é por eles e elas terem sido castigados. Quem o faz, lá deve ter as suas razões e, quem manda pode..., sempre assim foi, e assim será. Por mais que uma população de parvos ande para aí a querer mudar a estória à luz do que agora pensa ser certo.

O que a mim me custa é que essa tal população de mandantes, cultivadores do tal mainstream, não marrem comigo e me ponham também de castigo.

Não é justo, ando mesmo inofensivo. E, a partir de agora, vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para ver se também sou mandado para a população de castigados.

Tenho pena que a originalidade do texto que se segue não seja minha. Mas olhem população de ditadorzecos, aprendizes de censores, pidozecos de meia tigela, EU ASSINO POR BAIXO:

“... somos parados para dizer para onde vamos. Não é aconselhável mentir, por isso façam como eu, que digo a verdade: senhor agente, vou apanhar no cu do primeiro-ministro e do presidente; não me oprima, tenho o direito a ser feliz. 

São nove e meia e ainda não há aleijados. Nunca mais chove, é o que é...”

O resto está aqui. 


quinta-feira, 25 de março de 2021

Será que vem aí a tal testagem massiva à covid 19?

O Governo português pela boca do primeiro ministro e o presidente da republica falam do aumento de testagem há mais de 1 mês. No entanto, como sabemos, mas parece que não sabemos, entre o que estes governantes anunciam e o que se faz, vai uma diferença impossível de calcular.

Para já, quando anunciam aumentos, nunca dizem de onde partem, para nunca se conseguir avaliar. E assim vão entretendo o pagode e por isso, os estados de emergência, são tão do seu agrado, pois podem fazer o que lhe apetece e o que lhes dá na real (socialista) gana. A oposição, quase toda, aplaude. Só iremos fazer contas quando nos começar a sair da pele e da carteira.

Por mim deixo aqui mais uns dados sobre este anuncio governativo. Ninguém é obrigado a acreditar no que escrevo, mas pelo menos procuro dados para saber que me estão a enganar.

Então vamos lá olhar para isto da Testagem:

- Durante o mês de Janeiro, no auge da chamada 4ª vaga, fizeram-se em Portugal cerca de 2.000.000 de testes, numa média de cerca de 65 000 testes/dia. Destes 2 milhões de testes, 306.838 foram considerados positivo. Obteve-se um a Taxa de Positividade de 15,3%. Isto é, de grosso modo, por cada 100 testes realizados, 15 deram positivo;

- No mês de Fevereiro, com a pandemia a abrandar, o total de testes realizados rondou os 1 000.000, metade dos realizados em Janeiro, numa média de cerca 36 000 testes/dia. Deste milhão de testes realizados, 84.046 revelaram-se positivos. Observou-se então uma Taxa de Positividade de 8,4%. Isto é, em cada 100 testes realizados cerca de 8 revelaram-se positivos;

- Nos primeiros 24 dias de Março, realizaram-se em Portugal cerca de 670 000 testes, numa média de 28 000 testes/dia.  Destes, 14 165 revelaram-se positivos. Observou-se então uma Taxa de Positividade de 2,1%. Isto é, em cada 100 testes realizados cerca de 2 revelaram-se positivos;

Conclusões:

- Desde Janeiro não houve aumento de porra nenhuma na testagem. Em Março testa-se ¼ do que se testava em Janeiro;

- A Taxa de positividade em Março está quase nula. Por cada 100 testes que se fazem, apenas 2 se revelam positivos;

A pergunta que se faz é, se a Taxa de positividade se mantiver assim, valerá mesmo a pena enveredar pela testagem massiva? Ou para o governo “Testagem Massiva” é diminuir ainda mais o nº de testes?

Notas Finais:

- Desde o inicio da pandemia realizaram-se em Portugal 8.892.180 testes à covid 19, estamos à beira de 1 teste/cada português. A taxa de positividade até 24 de Março foi 9,2%. Portugal é na Europa dos que mais testa e segundo consta, os resultados não são muito positivos.

- Consta que cada teste PCR custa cerca de 100 euros;

- E será que “testagem massiva” é sinónimo de melhores resultados? Olhemos para o Quadro em baixo os exemplos de 15 países da Europa. 



        Fonte: https://www.worldometers.info/coronavirus/#countries