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quarta-feira, 10 de junho de 2020

Entrada de Leão, saída de Sendeiro (centeno)...


Um dos episódios de maior cobardia política da história recente portuguesa com a cobertura do Costa e do Celinho. 

Afinal, o “ronaldo das finanças", não passava de um qualquer defesa esquerdo manhoso...



quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Contas à moda do Costa, ou como se diz que a dívida pública diminuiu...


Em 1995 o Zé devia 50 paus de várias dívidas que fez ao longo de alguns anos.

O seu filho António, então adolescente, pediu aos amigos mais 50 paus para comprar uma bicicleta; o filho Zé Pequeno, que pensava em grande, pediu aos primos mais 110 paus para comprar uma "motorizada"; pelo meio, os seus herdeiros, Zé MRPP e Pedro o terrível, foram às gajas e abrasaram em lingerie (tangas) mais 40 paus que pediram a uma tia. Ao longo destes anos o Zé só conseguiu amortizar 50 paus de um anel que vendeu.

O Zé, entre o que à família pediu e o que conseguiu pagar, devem agora 200 paus aos credores.

Por essa altura, em 2011, a família e os amigos do Zé juntaram-se numa jantarada e puseram-se a pensar: "... este Zé deve-nos uma pipa de massa, entre ele e o s filhos já nos devem 200 paus. Ele ao longo dum ano só ganha, no máximo, 170 paus! Está falido e f (o)... Não lhe emprestamos mais guita e, ponto final".

Mas o Zé ainda tinha um trunfo: a sua filha “doce” de nome Petra. Um amor de rapariga, diga-se em abono da verdade. Através dos seus dotes conseguiu sacar, a um amante estrangeiro, mais 50 paus ao longo de 4 anos. Destes 50, o Zé agarrou em 20 e distribuiu pelos amigos, primos e restante família (diga-se o amante da filha). Mas a sacana da dívida, essa maganona, não parava de aumentar..., já ia nos 230 paus..., e mais uns pozinhos.

O Zé não sabia o que fazer e estávamos no ano de 2016. 

Eis que aparece o mágico Tó (contabilista de fama) que lhe afiançou que lhe iria resolver o problema. A primeira medida foi aumentar a mesada aos rapazes (filhos) que tão bem se tinham portado ao longo deste quase quarto de século!

Passados 3 anos, o Zé, anda todo inchado: conseguiu que um amigo incógnito lhe emprestasse mais 40 paus, a juros ao preço da uva mijona. Com esses, amortizou logo 20 paus ao sacana do amante de sua filha, a descartada Petra, e anda aí todo contente, a dizer que praticamente já nada deve ao magano.

Claro que a divida total do Zé diminuiu!! A matemática é que nunca foi uma ciência. E muito menos exacta!

50 + (50 + 110 + 40) – 50 + (50 – 20) + (40 – 20) = ???

Ó Costa, chama o Mário, e anda lá dizer quanto dá esta operação...

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Cambalhotas da política à portuguesa (1)



Então o Orçamento de Estado para 2019 contempla quase 900 milhões de euros para meter em bancos capitalistas (BPN e Novo Banco) e o PCP e Bloco votam a favor!!!!!

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

O que terão estas “estóreas” em comum?

1 - Avô de mim mesmo (“estórea” que circula por aí)

Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão. Meu pai é viúvo e eu solteiro. No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão. O rádio e a televisão fez com que nossas famílias ficassem mais próximas. Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta.

Neste momento, começou a confusão. A filha da minha esposa, a qual casou como meu pai, é agora a minha madrasta. Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha enteada. Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra. A minha esposa teve recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta. Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão.

A jovem esposa do meu pai é minha madrasta, e o seu filho ficou sendo o meu irmão. Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha enteada. Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto, sou o avô de meu irmão.

Mas, como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo!!!


2  - Portanto, o PS já não tem organograma, só árvore genealógica. (Joana Amaral Dias)

A saber: a nova secretária de estado Rosa Zorrinho é casada com o eurodeputado Carlos Zorrinho que já foi deputado no parlamento e secretário de estado; o ministro Vieira da Silva (que já foi várias vezes ministro, deputado e tal) é casado com a deputada Sónia Fertuzinhos cuja filha é secretaria de estado adjunta de António Costa.

Já Ana Catarina Mendes é secretaria geral do PS (deputada e casada com o ex-deputado Paulo Pedroso) e irmã do secretário de estado dos assuntos fiscais.

O ministro Eduardo Cabrita (ex-ministro adjunto) é casado com Ana Paula Vitorino que é Ministra do Mar e já foi secretária nacional do PS e secretária de estado.

Já a família de Carlos César é um estudo de caso. O presidente do PS e líder parlamentar, ex- presidente regional dos açores , é casado com Luísa, nomeada coordenadora dos Palácios da Presidência ainda durante o mandato do marido como presidente do Executivo Regional e, depois, já aposentada, nomeada, sem concurso público, coordenadora da estrutura de missão para a criação da “Casa da Autonomia”. O filho, Francisco César, é deputado regional nos Açores e preside à comissão parlamentar de Economia. A sua cara metade é chefe de gabinete da secretária regional adjunta para os Assuntos da Presidência, depois de ter passado pelo Grupo Parlamentar na Assembleia da República e por algumas câmaras.

Já Guilherme Waldemar d’Oliveira Martins é secretário de Estado das Infraestruturas e filho de Guilherme d’Oliveira Martins, ex-governante do PS, ex-presidente do Tribunal de Contas e atual administrador da Fundação Calouste Gulbenkian, cunhado de Margarida Salema que preside à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos que é irmã da deputada Helena Roseta, casada com o ex-ministro Pedro Roseta, cunhado do também ex-ministro António Capucho.

Elisa Ferreira, administradora do Banco de Portugal (ex deputada, ex deputada europeia e ex ministra) é casada com Freire de Sousa que preside à Comissão de Coordenação do norte, e a ministra da justiça Van Dunem é casada com o ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos, Eduardo Paz Ferreira. A ex ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa é filha de Alfredo José de Sousa, ex-provedor de Justiça.

O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, é filho do ex-secretário de Estado da Justiça de Vera Jardim.

Nepotismo? Nãaaaaa.... é natal, pessoal.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Emplastro versus Pavões...


 «O “emplastro” está para o Porto como os “pavões” estão para Marvão...»

O “emplastro” é uma personagem patusca, originário da cidade do Porto, que aparece em todos os sítios onde haja uma câmara de televisão. Começou em cenas ligadas ao futebol, mas rapidamente começou a aparecer em todos os lados desde festas a espectáculos, chegando mesmo a aparecer em frente das câmaras que filmam cerimónias religiosas como missas e etc.   

Em Marvão temos agora os “pavões”. Personalidade candidatas a cargos políticos de relevo que pouco têm feito pelo concelho, quer nos cargos que ocupam ou nos movimentos associativos (onde só ingressam quando têm interesses pessoais), mas que agora, com o aproximar das eleições autárquicas, competem numa luta desenfreada para aparecerem em tudo o que é fotografia (usando algumas vezes os incautos marvanenses), que publicam até à exaustão nas suas páginas facebukianas, para tentarem demonstrar aos marvanenses que são pessoas muito dedicadas e preocupadas com a comunidade.

Para tal vale tudo, até o ridículo, tal como o “emplastro” portuense!

Haja algum decoro..., e já agora, respeito pelos figurantes a quem não pedem licença para os exporem no “boneco” (o que é proibido por lei) e se vêem em situações embaraçosas. Se querem fazer campanha política sejam honestos e organizem eventos específicos para tal. Usar festas tradicionais, passeios, actividades desportivas, qualquer ajuntamento e até missas para se promoverem pessoalmente e fazerem política rasteira, é feio. Muito feio.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Este país não tem emenda...


Já não chegava o bónus dos trabalhadores do fisco e finanças, que consta que recebem 18 meses de salário por ano, como se pode ver nesta notícia que distribui cerca de 6 000 euros neste ano/por funcinário aos ditos para, fazerem aquilo que são as suas atribuições: cobrar os impostos presentes e os que não cobraram no passado. Agora é a reposição das viagens gratuitas para ferroviários e familiares. Eu acho até que de preferência até à terceira geração, sendo o direito extensivo até ao terceiro grau da linha colateral. E para satisfazer o senhor do pan e a catrina, todos os cãezinhos, gatos e periquitos desta gente, também se lhes deve estender tais benesses, pois também são filhos de deus.

Mas se tudo isto se o concretizar, e quando tal acontecer, sugiro que também sejam estendidos a outros trabalhadores direitos de idêntica natureza; senhores do Tribunal Constitucional, o princípio da igualdade também aqui se devem aplicar, ou não. 

Isto é, para os médicos, enfermeiros e restantes trabalhadores da saúde todos os cuidados de saúde serão totalmente à borla (e para os respectivos reformados, para ainda me abranger a mim); os das autarquias não pagam IMI; os professores e seus familiares deixam de pagar propinas nos cursos em que entendam inscrever-se; os farmacêuticos e familiares deixam de pagar medicamentos; os trabalhadores das empresas de água e familiares deixam de pagar consumos; os das empresas de gás e electricidade idem aspas aspas; os das petrolíferas de pagar gasolina e afins, os da Brisa e seus familiares não pagam portagens, e por aí fora.

Que diabo, deve haver uma maneira de pôr os outros a pagarem tudo por nós. E ou há moral, ou todos deviam comer...

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Pois, não me admiraria nada...


"...O grande objectivo que os partidos da esquerda podem alcançar se vierem a ser governo não é uma mudança radical de política: é o afastamento da direita do governo. O resto há-de continuar, porque não há milagres. E não tardará até ouvirmos que a austeridade de esquerda é muito melhor do que a austeridade de direita. E que um aumento de 1,8 euros nas pensões feito por um governo de esquerda é uma política social enquanto um aumento de 1,8 euros nas pensões feito por um governo de direita é uma política de miséria e empobrecimento. Em política a aritmética é uma ciência muito pouco exacta, como sabemos."

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Um pouco de lucidez nunca fez mal a ninguém...


Não gosto de Cavaco. 
Raramente estou de acordo com ele. 
Nunca votei nele. 
Mas respeito-o como Presidente eleito pela maioria dos portugueses.

Acho no entanto que, o que de importante ele ontem disse, de acordo com a Constituição, está tudo nesta frase. O resto é conversa da treta...

«É aos deputados que compete decidir, em consciência e tendo em conta os superiores interesses de Portugal, se o Governo deve ou não assumir em plenitude as funções que lhe cabem.»

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Eleições? Mas que eleições?...


Para período pós eleitoral, um bom texto de Maria João Marques (apenas) para reflexão.

E que tal um "governozito" formado por PS, PCP e Bloco? Eu aplaudo...


A coluna vertebral de Costa é muito maleável: de domingo para terça passou de ‘o PSD tem mais deputados e deve formar governo’ para ‘vamos negociar seriamente à esquerda para um governo de esquerda..." 

Continuar a ler....


Pode-se também reflectir com esta, não menos interessante: Coliga-te esquerda, coliga-te...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Perdoem aos outros, para nos perdoarem a nós...


Estes rapazes  (Cravinho, Bagão, Carvalho da Silva, Carlos César, Pacheco Pereira, etc.), fazem-me lembrar aqueles bêbados que toda a vida apanharam grandes pielas (ficando a dever), deitando mão a tudo o que tivesse teor alcoólico (e que os outros pagassem), foram fazer umas férias ao estrangeiro (não uma desintoxicação), ou desapareceram das tascas que sempre frequentaram (governos e afins) e, tempos depois, regressam a pregar contra o consumo de bebidas com álcool (enquanto estiverem na oposição).

Mas andam sempre a desafiar os amigos se não pagam um copo (os pobres dos contribuintes, sejam eles portugueses, alemães ou suecos), ou quando é que se juntam para fazer uma noitada das antigas (convidando inclusivamente o primeiro-ministro)!

Haja paciência, um dia, alguém (os nossos descendentes, que já estão a pagar e, de que maneira), há-de pagar as bebedeiras destes dependentes da caridade alheia... 

  

domingo, 25 de janeiro de 2015

Leitura dominical...


por Paulo Morais

Não será de estranhar que todos aqueles que tenham beneficiado com a estrutura do poder de Sócrates respondam à sua chamada.

José Sócrates, mesmo preso, continua a ostentar o seu poder. E insiste em chamar à cadeia de Évora, em devota peregrinação, todos os que devem favores à sua governação e que estão na teia da sua influência política. Enquanto primeiro-ministro, Sócrates usou os poderes que lhe tinham sido delegados pelo povo para beneficiar alguns grupos particulares, nomeadamente na Banca, nas obras públicas e nas parcerias público-privadas (PPP). De tal forma os beneficiou que, para provar a corrupção dos seus governos, as autoridades nem sequer teriam de proceder a buscas. 

No caso das PPP, bastará consultar o Diário da República. Lá estão as fórmulas matemáticas que garantem rentabilidades milionárias, superiores a 20% ao ano, num negócio de risco zero. Sócrates autorizou ainda pagamentos extraordinários de centenas de milhões sem qualquer justificação plausível. E foi também o seu governo que nacionalizou os prejuízos no BPN, deixando o património aos seus antigos donos. Não será pois de estranhar que todos aqueles que tenham beneficiado com a estrutura de poder de Sócrates venham agora a responder à sua chamada. 

Por lá já passaram os concessionários das PPP: da era Sócrates, de Jorge Coelho, presidente da Mota-Engil nos tempos em que a empresa se tornou a maior concessionária rodoviária, até José Lello, então administrador da DST. Também os grandes escritórios de advogados, que urdem a malha legal da corrupção, prestam vassalagem ao ex-chefe do governo, através das visitas de António Vitorino, da Sociedade "Cuatrecasas", ou Tiago Silveira, da "Morais Leitão". Os construtores e promotores imobiliários estiveram representados na visita que Mário Lino fez à prisão acompanhado de Edite Estrela, a autarca que mais favoreceu o imobiliário, quase destruindo Sintra. 

Mas não só os representantes do capital peregrinam até Évora. A teia política que Sócrates montou está intacta. José Sócrates requisita a presença e o apoio do fundador do PS, Mário Soares, e do seu actual líder, António Costa. Deputados, autarcas, ex-governantes, todos rumam a Évora em peregrinação, mostrando assim que está nas mãos de Sócrates o destino dos socialistas. Ainda que este destino seja o suicídio do PS.


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Para começar 2015: Dedo em algumas feridas...


O que cavaco deveria vir dizer, deixemo-nos de tretas.... 




domingo, 28 de dezembro de 2014

Que estranha forma de ser a destes socialistas...


Alguém escreveu que “...o socialismo só existe quando existe dinheiro de outros”. O mesmo parece aplicar-se em relação às leis que eles próprios criam, que parece que só se aplicam aos não socialistas!

Vem isto a propósito de um decreto de lei publicado pelo governo de José Sócrates em 2011 que legislava sobre a correspondência enviadas a presos, mas que segundo eles próprios, apenas se deveria aplicar aos que não tenham sido bafejados/endeusados pela filosofia socialistas. Como é o caso do agora “preso 44”, que passou de legislador a recluso. Os que têm a “fichazinha” no largo do rato estão dispensados de cumprir esta ou qualquer outra legislação!

Veja-se o que diz o artigo 127º do REGULAMENTO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS, que um tal José Sócrates Pinto de Sousa aprovou, mas parece que apenas para os outros, não para ele:






Razão tinha o outro: “façam o que eu digo mas não o que eu faço”, ou mande fazer!

Não se percebe o porquê de tanta indignação dos democratas da treta por causa das “encomendas” enviadas ao “mestre” da filosofia. A não ser que, o senhor, esteja a fazer alguma biblioteca em Évora! Se assim for, mandem-lhe é encomendas com notas de 500 euros, que era ao que ele estava habituado... 




sábado, 27 de dezembro de 2014

Tesourinhos deprimentes...


Para os amigos do agora, 44, que não param de criticar a actual mensagem de natal de Passos Coelho, oiçam esta datada de Dezembro de 2010, 5 meses antes da bancarrota, e 6 messes antes do dito abandonar o barco.

São 7 minutos que vale a pena recordar...


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

O socialismo será só para o dinheiros dos outros....


Para quem passa a vida a insultar empresários e governantes que pagam salários baixos, não deixará passar este flagrante caso de exploração do factor trabalho: O motorista de sócrates ganhava 600€ por mês; ou seja, sócrates, patrão, pagava 600€ ao seu motorista João Perna (às tantas com disponibilidade permanente).

Ou seria, ao menos, 600€ por cada perna!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Aposto que se está a ver ao espelho...


"O sistema vive da cobardia dos políticos, da cumplicidade de alguns jornalistas, do cinismo dos professores de Direito e do desprezo que as pessoas decentes têm por tudo isto". 

São acusações de José Sócrates, manifestadas numa carta de três páginas, escrita à mão e a tinta vermelha, enviada ao "Diário de Notícias", e transcritas aqui.

Pior que isto, ou mais triste como diz o Ricardo Araújo Pereira, só se for ter "um motorista que funciona como multibanco, um amigo que funciona como offshore e uma mãe que funciona como agente imobiliária."

sábado, 6 de setembro de 2014

sábado, 30 de agosto de 2014

Os abutres tranquilos...

Quanto vale afinal a «Tranquilidade»?

- 1 200 milhões como se dizia em 2013?
- 700 milhões, em Março de 2014?
- 500 milhões?
... ou pouco mais de 50 milhões se vendida, agora, aos “abutres”?

Ou como ainda se diz aqui“Não me espantaria que Ricardo Salgado, ou a família Espírito Santo, viesse a recomprar a Tranquilidade, mais tarde ou mais cedo, com comissão de prémio ao fundo Apollo por esta mediação. Seria uma ironia bancocrática sublime: o GES suga a Tranquilidade e carrega-a de dívidas; o Estado paga as dívidas e assume as responsabilidades; e os Espírito Santo voltam a comprar a seguradora, limpa de dívidas, por tuta-e-meia... Não sei se é crime: mas compensa.”

Tal como a mim, não me espantaria nada, se daqui a uns meses visse Maria Luís Albuquerque, Pires de Lima, ou qualquer outro ministro, que ao saírem do governo, sejam nomeados, tranquilamente, administradores da «Nova Tranquilidade»!


Já se têm visto coisas destas no passado...

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Rei morto? Rei posto...


Portugal voltou a ter um novo «DDt» (o “t” é pequenino porque o “tudo” é muito pouco, e cada vez menos). Os portugueses não podem sentir-se órfãos alguém tem que mandar, nem que seja para o....

Francamente, no país mais desigual da europa, vir invocar o princípio constitucional da «igualdade e da confiança», só por mangação...

Leitura complementar aqui. Ou aqui...