quarta-feira, 10 de junho de 2020

Entrada de Leão, saída de Sendeiro (centeno)...


Um dos episódios de maior cobardia política da história recente portuguesa com a cobertura do Costa e do Celinho. 

Afinal, o “ronaldo das finanças", não passava de um qualquer defesa esquerdo manhoso...



segunda-feira, 8 de junho de 2020

Optimistas e pessimistas irritantes

Ou eu ou o Costa (o primeiro), vamos passar uma vergonhaça lá para o final do ano. 

Eu, porque em tempos, 30 de Abril de 2020, andei para aqui a prever uma queda no PIB em 2020 que rondaria os 15%; o Costa porque nas previsões do seu "Programa de Estabilização Económica e Social"  vem falar em queda de 6,9% este ano e crescimento de 4,3% em 2021.

O Costa (o primeiro), diz-nos ainda neste mês de Junho do ano covid, que o seu governo prevê uma taxa de desemprego de 9,6%; eu, e de acordo com aquilo que tenho ido ouvindo e estudando, tal como mostro no Gráfico em baixo, acho que a coisa, se tudo correr bem, há-de ficar pelos 13 a 14%.




Ora isto, tenha eu ou ele razão, não são meros números. As consequências na vida das pessoas vão ser duras, diz o Costa (o primeiro); vão ser muito duras digo eu, e preparem-se porque: cidadão prevenido deveria valer por dois.

No final do ano, cá estaremos para avaliar isto do que é ser "optimista ou pessimista". Talvez que a coisa se fique pela média das duas previsões. O que já não seria mal..., para um pessimista.


domingo, 7 de junho de 2020

Diário de uma pandemia: 7 de Junho de 2020


O que realmente interessa sobre Covid 19

Na quantidade de dados alarmistas que a comunicação social nos debita constantemente, alimentados por um ministério da saúde pouco sensato e uma DGS domesticada (vá-se lá saber por quê!), na minha modesta opinião, há 3 Indicadores que considero os mais importantes para avaliação da evolução da doença em Portugal:
- O nº de mortos (já que até ao momento não se conhecem sequelas graves de morbilidade);
- O nº de doentes internados em cuidados hospitalares;
- O nº de doentes internados em unidades de cuidados intensivos.

Todos estes indicadores tiveram uma evolução positiva nas últimas duas semanas, como se pode verificar no gráfico que apresento em baixo.



E o mesmo se passa quando olhamos para evolução global da doença desde o seu início, como se pode ver no Gráfico seguinte:





O “papão” do nº de infectados que vem sendo agitado não deve merecer grande importância, se houver o cuidado de proteger os grupos de risco (pessoas com mais de 80 anos e/ou com certas doenças crónicas). Até se poderá revelar, no futuro, um amortecedor ou barreira, caso venhamos a ter uma segunda vaga. E até mesmo este indicador tem vindo a decrescer, com a tal excepção da região de Lisboa e Vale do Tejo.

Duas imagens de ontem: Descubra as semelhanças!!



quarta-feira, 3 de junho de 2020

Montanhas/Planaltos/Cumes/Encostas e Sopés - E muita desinformação

Esta é famosa “montanha” dos novos casos de covid 19 que muitos teimam em ver crescer. Aqui tivemos o cuidado de fazer acumular os dados “por semana”, para tentarmos anular o “ruído” de deficientes registos diários.

A montanha terá atingido o seu cume (pelo menos nesta fase) na semana de 31 de Março a 6 de Abril quando foram contabilizados cerca de 5 300 casos (diagnosticados). A partir dessa data, com pequenas inflexões na encosta direita, a curva tem vindo a diminuir. 





Em minha opinião e de grosso modo, os efeitos do famoso confinamento e desconfinamento, se existem, ao olhar para a curva, não os consigo ver.

Também se pode verificar que não existiu qualquer “planalto” (que só existe no cume das montanhas e não nas encostas ou sopé). A existir, ele só durou duas semanas.




É ainda de referir que, no final do dia 2 de Junho, o total de casos diagnosticados totalizavam 33 261 . Contudo, muitos dos epidemiologistas, defendem que esses dados poderão ser entre 8 a 10 vezes mais no total da população portuguesa. Pelo que se estima que, o total de infectados, poderá atingir, nesta data, entre os 250 000 a 300 000, cerca de 3% da população.

Este valor é demasiado baixo, em termos de segurança de imunidade de grupo para vírus respiratórios. Pelo que, a suceder uma segunda vaga, Portugal terá graves problemas de contaminação novamente.

Tenhamos esperança, pelo menos, como alguns começam a defender que o “bicho” esteja a perder força!!!    

terça-feira, 2 de junho de 2020

Diário de uma pandemia: 2 de Junho de 20

A linguagem dos números que tanto aguentam

Terminou o mês de Maio e com ele os primeiros 5 meses deste ano 2020 que irá ficar na nossa memória e, quem sabe, talvez para a história, não pela mortandade apregoada, mas pelos efeitos económicos e sociais. Mas olhemos então para os tais números que tanto aguentam.

No Quadro 1 podemos verificar, que nestes primeiros 5 meses dos últimos 4 anos, 2020, nem sequer foi o ano em que morreu mais gente em Portugal. Em 2018, no mesmo período de tempo, morreram mais 450 pessoas do que neste ano. E em relação ao ano de 2019 o número de óbitos foi apenas superior em 438 mortes (em 5 meses), e que poderá até ser explicado devido ao envelhecimento da população.



No Gráfico que se segue sobre a mortalidade geral em Portugal, podemos verificar e confirmar que durante o mês de Abril de 2020 (linha a preto) se verificou de facto um aumento de mortalidade, mas o mês de Maio, salvo um ligeiro pico no final do mês, já manteve um perfil integrado com anos anteriores. Em Junho iremos assistir, previsivelmente, a taxas de mortalidade inferiores aos últimos anos.


        Fonte: https://evm.min-saude.pt/#shiny-tab-a_total


Em Março anunciaram-nos o apocalipse, vinha aí uma doença (pandemia) que iria arrasar a humanidade com uma mortandade nunca vista. Fecharam-nos em casa praticamente 2 meses; fechou-se a economia e a vida social; mascaram-nos como cães com açaime; proibiram-nos de andar de carro e até a pé; a comunicação social massacrou-nos 24 sobre 24 horas com o horror causada pela “peste” do século XXI; a esquerda cultivou como nunca se havia ouvido o conceito de “distanciamento social” como solução milagrosa; fizeram de nós meros autómatos dizendo como nos deveríamos lavar, comer, coçar e quase f****, etc., etc.;

Alguém um dia vai ter de nos explicar porquê?

segunda-feira, 1 de junho de 2020

sábado, 30 de maio de 2020

Músicas da vida...

Um cheirinho a "três tristes tigres"...

terça-feira, 26 de maio de 2020

A Grande epidemia que fez parar o país (e o mundo), mas que custa a ver...

Quando penso na morte, e não penso muito, lembro-me sempre de 3 princípios que o meu pai costumava enunciar com a sua sabedoria de vida vivida:

1 - “Só se morre uma vez”;
2 – “Quem de novo não morrer..., de velho não escapa”;
3 - “Pode-se morrer de tanta coisa, que até é um milagre estarmos vivos”.

Foi assim que, com a calma possível, quando chegou a vez dele, eu aceitei a sua partida. Dois anos depois sucederia o mesmo com minha mãe. Eu, enquanto vivo, aguardo a minha vez, sem pressa, porque gosto de por cá andar, mas sem ignorar que, nesta lei da vida e da natureza, se alguma coisa temos certo é que a nossa vez chegará.

Mas nos dias que correm, para a maioria dos portugueses, a morte não existe. Sobretudo, a partir do momento em que não vemos morrer fisicamente. Hoje morre-se longe de casa e da família, suceda ela num corredor de um qualquer hospital, ou num lar residencial. Quando damos por ela, já foi, estamos metidos num caixote muito bem vestidos e maquilhados ou, mais modernamente, num pote todo catita.

Mas não duvide, a morte existe mesmo!

Tanto que em Portugal (a maioria de nós não faz a mínima ideia disso), mas desde o dia 1 de Janeiro e até 24 de Maio do presente ano, morreram 49 816 pessoas

Desde 1 de Março, quando o 1º caso de covid 19 foi detectado no país, já morreram até à data referida, 28 379 pessoas. Do total dessas mortes, dizem-nos que 1 324 pessoas morreram com covid (sem nos poderem garantir, por questões clínicas, se a enfermidade foi a causa de morte). Há ainda que ter em conta que, uma grande percentagem destes mortos (70%) foram pessoas acima dos 80 anos, onde o tal princípio se aplica “se não morreres de novo..., de velho não escapas”, ou ainda que, “acima dos 80 pode-se morrer de tanta coisa.., que até de covid”.

- Primeira conclusão, até 24 de Maio apenas em 4,6 % no total de óbitos foi detectado o tal “mortífero” vírus, que iria dizimar a população. Todos os profissionais de saúde sabem que há doenças que matam muito mais em Portugal e deixam maiores danos corporais (físicos ou mentais).

Contudo, poderão ainda argumentar alguns, que este ano está a morrer muita gente, sobretudo aqueles, para quem a morte não existe, nunca viram morrer ninguém e precisam ver e ouvir na televisão que afinal morre gente. Analisemos então os anos anteriores e comparemos, tendo em conta que a população portuguesa está a envelhecer de ano para ano, e que, não sendo nós eternos, algum dia havemos de morrer.  

Assim, ao comparamos o mesmo período de tempo com os anos anteriores, o que seria de esperar, no mínimo, era que o número de mortos disparasse para valores estratosféricos e que nos desse um “baque” assim que olhássemos para eles.

Uma enfermidade que fez parar o país (e o mundo?), classificada como a doença do século, que nos fechou em casa 45 dias, que chamou de criminosos quem rompesse esse confinamento, que iria matar, pasme-se, 12 milhões de portugueses (quando somos só 10 milhões e pouco), que nem meios teríamos para enterrar os mortos, etc. etc., afinal, até à data, salda-se por uns 120 mortos a mais do que em 2019 (aumento facilmente explicado só envelhecimento populacional), mas pasme-se, menos 626 do que em 2018, como se pode ver no Quadro 1.





Claro que a grande explicação que os políticos de pacotilha nos vão dar, é que foi assim devido às “grandes e atempadas medidas” que tomaram, e à “grande disciplina” deste nobre povo. No entanto, essas explicações terão de ser comprovadas e muito bem explicadas pelos epidemiologistas quando analisarem os dados e formato das curvas epidemiológicas. E veremos, no futuro, se não foram mesmo contraproducentes.

Eu, por agora, quando olho para a figura que em baixo publico, tenho muitas dúvidas. Não desdenho que algum efeito terão tido (atrasar um pouco a circulação do vírus e permitir aos serviços de saúde que se preparassem), mas grande impacto no seu desenvolvimento (que não deveria ser o de uma curva normal), por enquanto, não o vejo.
 Fonte: https://expresso.pt/coronavirus/2020-05-26-Covid-19.-96-dos-novos-casos-tem-origem-na-regiao-de-Lisboa-o-surto-em-Portugal--em-graficos-e-mapas-


A gravidade de uma enfermidade deveria medir-se, sobretudo, através de 2 indicadores:

- A mortandade que provoca;
-  O impacto das sequelas incapacitantes que deixa na comunidade.

Ora, nenhumas dessas consequências se verificaram na actual pandemia em Portugal. Das sequelas (as corporais), se existem, não há notícias; e a tal grande mortandade que ia provocar o “fim do mundo”, até à data, ela não se vê.

Um dia destes falaremos de outros impactos do covid 19, esses sim importantes, de que são exemplos a mortalidade por outras doenças que foram descuradas e quase abandonadas por decisões políticas irresponsáveis; e as sequelas económicas que, essas sim irão doer, não aos mortos, mas muito aos vivos.  

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Mas quem é esta gente e o que pensam da vida?



Com o maior dos desplantes, como quem convida um amigo para ir beber uma cerveja e comer uns caracóis, ouvi agora o sr. Pedro Proença, presidente da Liga de Futebol, dizer o seguinte:

“- Continuo a defender a transmissão dos jogos em canal aberto. O Estado (com dinheiro dos contribuintes), injecta (mais) dinheiro nas televisões, as televisões pagam às operadoras e, as operadoras, pagam aos clubes.”

Tudo fácil, meu burgesso...

Diário de uma pandemia: 25 de Maio de 2020

Um dia alguém vai ter de nos explicar isto:



domingo, 24 de maio de 2020

Diário de uma pandemia: 24 de Maio de 2020

A Grande epidemia que fez parar o país (e o mundo), mas que custa a ver...

(Nota: Ter em atenção que esta análise se refere até à presente data) 


Seria de esperar que a “linha preta” (2020) cilindrasse todas as outras linhas mas não, o que vemos, com excepção do pico do dia 4 de Abril, é um gráfico perfeitamente normal e de acordo com anos anteriores.



Para ver melhor carregar neste site: https://evm.min-saude.pt/#shiny-tab-a_total

A média de mortos atribuídas ao covid, na totalidade de mortos em Portugal, anda à volta dos 5%. No Quadro 1, podemos ver alguns exemplos, em alguns dias aleatórios, desde que começou a pandemia.

As pessoas têm a convicção que em Portugal ninguém morre. Mas a verdade é que todos os dias morrem à volta de 350 pessoas. O pico dos últimos anos foi no dia 2 de Janeiro de 2017 em que morreram 578 pessoas, mais de metade estima-se que devido ao vírus influenza (à volta de 300 num só dia), mas o país não fechou, nem foi notícia nos meios de comunicação.





Agora tirem as vossas ilações!!!


sábado, 23 de maio de 2020

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Diário de uma pandemia: 21 de Maio de 2020


Em jeito de balanço:

Indiferente aos estados (de alma), o "bicho" parece fazer o seu caminho dentro da "normal"....


Gráfico 1 - Evolução diária de novos casos de covid 19 em Portugal, entre 2 de Março e 20 de Maio de 2020



segunda-feira, 18 de maio de 2020

Diário de uma pandemia: 18 de Maio de 2020


Os conceitos importam

Tal como já se começou a ouvir “afastamento físico” em vez de “afastamento social” (que para os socialistas deveria ser de lesa pátria); para quando a fórmula “morreu com covid”, em vez de “morreu por covid”???

É que não é bem a mesma coisa, senhores jornalistas avençados com dinheiros públicos. Vejam se dinheirinho vos serve para alguma formação...

domingo, 17 de maio de 2020

sábado, 16 de maio de 2020

Diário de uma pandemia: 16 de Maio de 2020


As frases do dia:

(António Costa, 1º ministro de Portugal, hoje depois de uma visita às lojas da baixa de Lisboa).

2 – “O grande inimigo dos portugueses não é o vírus..., é o medo!”
(Marta Temido, Ministra da Saúde de Portugal, hoje no final da conferência de imprensa diária na DGS).

Depois do que andaram a dizer e a fazer durante 2 meses, alguém  tem de responsabilizar estes, e outros políticos pelo que andaram a fazer ao país..., e ao mundo.


sexta-feira, 15 de maio de 2020

Diário de uma pandemia: 15 de Maio de 2020

Para reflectir e mais tarde comparar:

(Aconselho a ver, com calma do princípio ao fim)




(André Dias, PhD., é Doutorado em Modelação de Doenças Pulmonares pela Universidade de Tromso, na Noruega. A instituição que o acolheu é uma das mais prestigiadas do mundo na área de investigação em epidemiologia).

domingo, 10 de maio de 2020

Diário de uma pandemia: 10 de Maio de 2020



Quem hoje tenha contacto com os canais televisivos de notícias, no mínimo questionará – Então, mas que é feito da tal doença que está a diziminar a população portuguesa (só não são mais devido ao “milagre luso” como diz trump a Marcelo) e que irá exterminar metade da população mundial, etc. etc.

Afinal para esta comunicação social da treta, uns psicopatas de Atouguia da Baleia são mais importante que tudo isto!

É esta a comunicação social que vai ter ajudas de 15 milhões de euros dos contribuintes portugueses, pelos bons serviços prestados...

Oh My Good, diria o tal trampas...

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Diário de uma pandemia: 8 de Maio de 2020


Ponto de situação em 8/5/2020 do número de óbitos confirmados por milhão de habitantes, em 15 países.

Nota: Entre parênteses os dados registados em 7/4/2020) 

1º - Bélgica: 726 (193) 
2º - Espanha: 558 (311) 
3º - Itália: 495 (283) 
4º - Reino Unido: 451 (91) 
5º - França: 398 (158) 
6º - Holanda: 309 (123) 
7º - Suécia: 301 (59) 
8º - Irlanda: 284 (43) 
9º - EUA: 232 (39) 
10º - Suíça: 209 (95) 
11º - Canadá: 117 (-)
12º - Portugal: 108 (33) 
13º - Equador: 94 (-)
14º - Dinamarca: 89 (35) 
16º - Alemanha: 88 (24) 

Fonte: https://www.worldometers.info/coronavirus/#countries

Diário de uma pandemia: 8 de Maio de 2020

Mensagens reais que nos chegam do mundo, para compararmos e reflectirmos com o que por cá se vai passando neste país dos "milagres":

"Nós aqui no Canadá, todos que trabalham receberam logo a partir de Março 2000 dólares por mês, para fazerem face às despesas do dia a dia. Os donos das casas e lojas receberam linhas de crédito de 40.000 dólares, e só começam a pagar daqui a 2 anos sem juro, mas se daqui a dois anos quiserem pagar tudo só pagam 30 mil, 10 é bónus. Aqui nesse campo estamos bem.

O meu Salão de Cabeleireira ainda está fechado mas estou confortável estou recebendo os meus 5000 dólares que me dão, porque quem mais declarou o ano passado mais recebe.

Há por aqui muitos pobres e pessoas ilegais, mas temos centros e supermercados que se juntam e ajudam essas famílias a viverem o dia a dia e não há correrias porque há muita comida . Eu acho que aí, o governo acordou tarde, demorou a dar ajuda e compensar as pessoas.

Já na saúde, meu amigo, é muito mau o serviço.

Assim, desculpa às vezes não concordar contigo, mas gosto de ti meu amigo, já são muitos anos, abraço do coração."

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Diário de uma pandemia: 7 de Maio de 2020


Alguns dados que nos devem fazer reflectir:

- Muita gente não o sabe, mas a mortalidade geral considerada como “normal” em Portugal é de cerca de 300 pessoas. Por dia!

- Segundo dados da DG Saúde, no dia 01 de Janeiro de 2017 morreu em Portugal um total de 578 pessoas, cerca de 300 por gripe. Não abriu os telejornais. Ou seja, num ÚNICO dia morreram de gripe quase 1/3 do total de mortos por Covid 19, durante todo o surto epidémico!

- Na época de 2017-18, e apesar da vacina, morreram em Portugal 3.700 pessoas por gripe;

- No dia do fecho das escolas (12 de Março), a mortalidade geral em Portugal foi de 317. No ano anterior 2019, foi de 309 pessoas (8 óbitos de diferença);

- A média diária dos óbitos por COVID 19 é, até 01 de Maio, de 21,9/dia. Durante o ano de 2018 morreram por AVC 30,8 pessoas por dia;

- Até 1 de Maio, os óbitos havidos em Portugal por COVID 19 de pessoas com idade entre os 60 e os 69 foram 88; no intervalo 50 – 59 anos houve 31 óbitos; entre os 40 e os 49, houve 10 óbitos. Abaixo dos 40 anos não houve nenhum;

Os compromissos noutras áreas da Saúde são enormes. Com todo o sistema centrado no COVID 19, desmarcam-se consultas em massa, adiam-se cirurgias, os serviços de urgência dos hospitais estão vazios por receio dos doentes em se deslocarem. Mas, decerto, as vítimas de AVC, enfarte, cancro, diabetes, etc, não desapareceram…, bem como as de gripe sazonal, claro. Os contactos sociais prolongam a vida. Poderão morrer muito mais pessoas por falta de assistência do que por esta doença.

A questão que eventualmente se coloca poderá ser esta: será que, despoletado pelos “media” o pânico colectivo, os políticos foram atrás, por motivos óbvios?



quinta-feira, 30 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 30 de Abril de 2020

Alertas para um futuro próximo

O PIB português valeu em 2019 cerca de 214 000 milhõesde euros. Com este PIB o Estado arrecadou em Receitas cerca de 91 000 milhões de euros.

Especialistas alertam que, o PIB português em 2020, poderá cair perto de 15%, como se mostra no Gráfico em baixo, o que em valores absolutos rondará os 180 000 milhões de euros. Se se mantiver o mesmo ritmo de cobrança de Receitas pelo Estado esse valor ficará pelos 77 000 milhões de euros.




Em 2019 as Despesas do Estado rondaram os 90 000 milhõesde euros, e pelo que estamos a observar com a crise de 2020, a tendência será para se aumentar, em muito, esse valor.

Fica pois a pergunta de como iremos resolver então esta questão:

Com Receitas de 77 000 mil milhões, como iremos poder gastar mais de 90 000 mil milhões de euros?


terça-feira, 28 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 28 de Abril de 2020


Túneis e luzes à moda do Costa: "depois da emergência vem a calamidade..."

E depois da calamidade? A austeridade não será de certeza. Diz o Costa...

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 27 de Abril de 2020



É urgente que a Direcção Geral da Saúde comece a divulgar algumas taxas comparativas com outros anos, nomeadamente as taxas de mortalidade (talvez as mais fiáveis de todas as que andam por aí), para nós começarmos, a saber, as consequências da pandemia e começarmos a poder projectar o futuro.

Aposto que vamos ter surpresas...

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 23 de Abril de 2020



A loucura socialista: 

“Não haverá austeridade/A austeridade não é a solução” (António Costa). 
- Nós já sabíamos sr. 1º ministro, ela não é solução, é uma consequência a que não poderemos fugir.

Senão vejamos:

- Em 2009, já com o Estado em “banca rota”, com receitas de estado de 71 000 milhões de euros e despesas de 88 000 milhões, Sócrates e seus compinchas, entre outras diabruras, resolveram fazer um aumento para a função pública de 2,9%. O resultado de toda esta loucura todos nós sabemos o que foi.

- Em 2020 com um PIB que se estima que contraia 10% (eu acho que vai ser mais), com as receitas de estado a reduzirem possivelmente para cerca dos 80 000 milhões de euros (Em 2019 foram 91 000 milhões); com as despesas do estado a aumentarem (em 2019 foram  90 500 milhões);

- Com cerca de 1 550 mil portugueses em situação de Layoff que só já recebem 66% de ordenado. Muitos destes irão ser desempregados dentro em breve.

- Com as taxas de desemprego que se estima irão rondar os 20%, antes da crise andavam pelos 6%;

- Com uma comparticipação que ronda os 250 euros para quem trabalhava a recibos verdes;

Etc., etc.,

E o nosso 1º acha que não vai haver austeridade!!!

Então mas o Covid, para além do ataque às funções respiratórias, também apanha as cabecinhas loucas socialistas? E a oposição cala-se?

Não façam de nós parvos, mais do que já somos. Preparem-se camaradas, a coisa vai ficar preta...