segunda-feira, 13 de abril de 2020

Diário de uma pandemia: 5 de Abril de 2020


Vamos lá pensar e reflectir um bocadinho...

"Em 20 de Fevereiro, os testes da maioria das 3.711 pessoas (uma amostra razoável) a bordo do “Diamond Princess” confirmaram que 3.077 (83%) não apresentavam qualquer sinal de infecção; 634, ou seja 17%, tinham o vírus; 328 deles não apresentavam sintomas no momento do diagnóstico.

Naqueles com sintomas, a taxa de fatalidade foi de 1,9%, calculam Russell e colegas. De todos os infectados, essa proporção foi de 0,91%. Aqueles com 70 anos ou mais eram os mais vulneráveis, com uma taxa de mortalidade geral de cerca de 7,3%.

Traduzidos estes números para Portugal, temos: os infectados poderiam chegar a 200.000, os mortos a 3.800, e os internados a 30.000, dos quais requereriam ventilação 10.000."


Diário de uma pandemia: 4 de Abril de 2020


Totalmente de acordo.
Respeito e agradecimento. Graças Freitas não é uma política, é uma técnica dedicada a quem Portugal julgará no futuro.



Diário de uma pandemia: 2 de Abril de 2020


Números a fixar, para não andarem a enganar-nos daqui a dias:

- A dívida pública portuguesa aumentou 3 mil milhões de euros em Fevereiro (antes do início da crise covid. 19), anunciou o Banco de Portugal;

- A dívida na óptica de Maastricht atingiu 255,4 mil milhões de euros em Fevereiro de 2020;

- Lembrar que no início de 2016, quando se iniciou o "governo da geringonça", a dívida pública era de 236 mil milhões de euros;

- Fazendo contas de subtrair o valor absoluto da dívida pública aumentou, em 4 anos, cerca de 20 mil milhões de euros;

Esqueçam a treta das percentagens, o que conta é aquilo com que se compram os "melões". Convém sempre saber de onde se parte, para avaliar onde se chega e o respectivo percurso.

A partir de agora, façam as vossas análise...

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Diário de uma pandemia: 1 de Abril de 2020


Apenas para reflexão. Não retirem daqui nada sobre a minha opinião.

No fundo, o que defende o primeiro ministro holandês, não era mais ou menos o que defendiam os promotores da "lei da eutanásia"! Mas que agora, perante o problema mudaram, e procedem de modo completamente oposto!

“Em Itália,(assim como em Portugal) a capacidade dos Cuidados Intensivos é tratada de maneira muito diferente. Lá eles incluem pessoas que não incluiríamos porque são muito velhas. Os idosos têm uma posição muito diferente na cultura italiana”, destaca Rosendaal no NU.nl.
Na Holanda, os pacientes mais idosos ficarão a receber tratamentos em casa, considerando-se que, dadas as poucas hipóteses de sobrevivência, será mais “humano” deixá-los nos seus lares.”

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Diário de uma pandemia: 31 de Março de 2020


Espero que mensagem chegue a todos os Lares.
Juntar? Nem para rezar...


https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/misericordias-a-nossa-guerra-e-isolar-isolar-isolar

Diário de uma pandemia: 30 de Março de 2020

Não, não vamos ficar todos bem!!!


Diário de uma pandemia: 29 de Março de 2020


Uma lição para muitos (padres e diretores de Lares) que andam a promover ajuntamentos para rezar.

Rezar sozinho também chega a DEUS...



Diário de uma pandemia: 28 de Março de 2020


Porquê ficar em casa?
Atenção aos Lares de Idosos, dentro do possível, procurem manter distâncias entre os utentes e reduzir contactos.



Diário de uma pandemia: 27 de Março de 2020

Esta senhora deveria ir para a frente de combate, que é como quem diz para um serviço hospitalar, durante 15 dias, ia ver o que é a proporcionalidade. E a Madeira e os Açores???

Pobre país, onde até prevenir o bem colectivo é proibido...




Diário de uma pandemia: 26 de Março de 2020

Atenção de Marvão: 23 casos, nos vizinhos espanhóis, são muitos casos e o vírus não conhece fronteiras. Todo o cuidado é pouco...

Diário de uma pandemia: 25 de Março de 2020


Clik e veja até ao fim:

https://www.facebook.com/ObservadorOnTime/videos/578569356064608/?t=7

Diário de uma pandemia: 24 de Março de 2020


Mas alguém duvida?!!!! 
Quem falou em populismo? Quem? Costa!...

Aqui ninguém mente, disse o "papagaio mor"!!!



Diário de uma pandemia: 23 de Março de 2020

Não quero assustar, mas...


Diário de uma pandemia: 20 de Março de 2020

Para quando os cordões sanitários (por região em Portugal) e respectivos "Lazaretes"...

Aqui fica um pouco de história.
"Quando, em meados do século XIV, a peste invadiu a Europa, a primeira reação foi de fuga: fuga rápida, para o mais distante possível, sem pressa em regressar, tal como, quase dois mil anos antes, havia aconselhado Hipócrates. Sem reconhecer diferenças sociais, a peste tanto podia dizimar criados quanto reis, como demonstra o caso de D. Duarte, que, em 1438, fugindo da peste de Lisboa, procurou refúgio em Évora, Avis e Ponte de Sor, acabando por sucumbir à doença que o foi encontrar em Tomar (Tavares 1987, 17-32)." 


Às vezes convém olhar para o passado para enfrentarmos o futuro.




Figura 1 - Ruínas do Lazareto de Marvão situado na junto à Herdade dos Pombais, Beirã

Diário de uma pandemia: 18 de Março de 2020


Pois é...

« - No auge da epidemia da febre amarela que ceifou a vida a milhares de portugueses, entre 1857 e 1858, o Rei D. Pedro V permaneceu sempre no seu posto, visitando e consolando, nos vários hospitais, as vítimas da doença.
- D. Carlos morreu no cumprimento do seu dever. Marcelo escondeu-se em casa!
D. Carlos, quando aconselhado pelo seu ajudante de campo a resguardar-se, respondeu-lhe por escrito: “Tu julgas que eu ignoro o perigo em que ando? No estado de excitação em que se acham os ânimos, qualquer dia matam-me à esquina de uma rua. Mas, que queres tu que eu faça? Se me metesse em casa, se não saísse, provocaria um grande descalabro. Seria a bancarrota. E que ideia fariam de mim os estrangeiros, se vissem o rei impedido de sair? Seria o descrédito. Eu, fazendo o que faço, mostro que há sossego no País e que têm respeito pela minha pessoa. Cumpro o meu dever. Os outros que cumpram o seu.”»


Diário de uma pandemia: 17 de Março de 2020


Diz-nos Helenafmatos sobre o estado de emergência:

“Há bem pouco tem os responsáveis políticos multiplicavam-se em declarações sobre o vírus que não ia chegar. Mantiveram-se agendas e olhava-se para o lado: ironicamente Portugal discutia a eutanásia quando devia estar a tratar de divulgar os riscos reais do vírus.
Agora reivindica-se a declaração do estado de emergência. O que interessa saber é apenas isto: a declaração do estado de emergência ajuda a combater o vírus? Se sim, declare-se e já. Se não, se se trata apenas de um artifício para que uns responsáveis-irresponsáveis possam poder dizer “Até declarámos o estado de emergência”; para que se garantam uns telejornais com aberturas bombásticas “Declarado o estado de emergência!” e para que o povo acredite que se fez tudo mas mesmo tudo para combater o vírus então não vale a pena.”


Diário de uma pandemia: 15 de Março de 2020

Acerca do que é uma "emergência nacional" para o nosso presidente Marcelo. Até nesta situação de gravidade, às vezes rir, é o melhor remédio...

Hipotético diálogo em 1384:

“- Ó sô presidente, os castelhanos invadiram Portugal!
- Ó pá, isso não pode ser. Mandem selar o meu cavalo que tenho que ir aos paços convocar as cortes e decidir sobre o estado de emergência. Mas esperem, primeiro tenho que lavar aqui esta tina de mantos e capas e tenho de ir ali à biblioteca do mosteiro ler uns manuscritos. E vistas bem as coisas os nobres e o povo têm mais que fazer, né?, não os vamos chatear. Mandem antes uns correios para descobrir quando têm uns tempinhos para falar.
-...
(Nuno Álvares Pereira) - já os despachei de volta.”


Diário de uma pandemia: 14 de Março de 2020


A ser verdade, vamos parar perto!!!

Diz Gonçalo Soares estudante regressado do norte de Itália:

"Não fomos recebidos nem contactados pelos membros da autoridade de saúde” (…) Ficamos desapontados porque nos parece que estamos a ter a mesma atitude negligente que vimos em Itália. À chegada ao aeroporto ninguém nos mediu a temperatura, ninguém nos perguntou de onde vínhamos. Isto deixa-nos revoltados, porque ficamos com a ideia que vamos estar outra vez envolvidos no problema que encontramos em Itália (…)"

Tirado daqui: https://blasfemias.net/2020/03/13/incompetencias/

Diário de uma pandemia: 13 de Março de 2020


Agora quando o PIB diminuir, e com uma dívida pública que aumentou em valores absolutos (através daquilo com que se compram os melões), e que devia de ter diminuído nos últimos 5 anos, é que eu vou ver onde ficam os tais 117% que falam sobre o milagre socialista!!!!
Pois é, vida de "cigarra"...

Diário de uma pandemia: 10 de Março de 2020

Só visto...

 Está a defender os portugueses ou a defender-se dos ditos!!!!


https://www.facebook.com/joaogoncalv/videos/3068914819842108/?t=15

Diário de uma pandemia: 28 de Fevereiro de 2020

Ora vejam...

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Avaliação de 4 anos da Geringonça (6)



Como se "compram" votos ou como quem está no governo ganha eleições

Num destes dias fiquei estarrecido. Um meu familiar, que trabalha na Administração Pública, que considero pessoa politicamente coerente e que habitualmente vota no PSD, disse-me com a maior das calmas e descontracção:
- Eu vou votar no Costa.

- Votar no Costa? Perguntei eu surpreendido, mas porquê?
A resposta foi curta e objectiva:
- Porque ele me deu menos uma hora de trabalho por dia e isso dá-me bastante jeito.
Não respondi. Não concordava, mas não valeria a pena resposta. Antes fazer uma reflexão sobre o que se tornou a democracia portuguesa:  


Como escrevi no artigo anterior, no final de 2015 quando terminou a legislatura anterior do governo de Passos Coelho, na Administração Pública (cerca de 660 000 trabalhadores), trabalhava-se cerca de 26,5 milhões de horas por semana, ou seja, cerca de 1 378 milhões de horas/ano. Por esse trabalho os contribuintes portugueses pagaram, nesse mesmo ano, 20 316 milhões de euros. Quer isto dizer que, em 2015, cada hora de trabalho na Administração Pública, custou aos contribuintes aproximadamente 14,7 euros;

Em 2019, estima-se que, os 690 000 trabalhadores da Administração Pública (mais 30 000 que em 2015), trabalhem apenas 24,1 milhões de horas/semana, ou sejam cerca de 1 253 milhões de horas durante o ano de 2019. Por essas horas de trabalho os contribuintes pagarão cerca de 22 000 mil milhões de euros (talvez um pouco mais). Quer isto dizer que em 2019, cada hora de trabalho irá custar cerca de 17,6 euros.
Resumindo, em 2019 os contribuintes portugueses, pagarão em média, mais 3 euros por hora de trabalho na Administração Pública do que em 2015. Quase mais 20% no valor hora.

Melhorou a qualidade dos serviços prestados na Administração Pública Portuguesa? Respondam domingo os eleitores...

Percebe-se assim, como aos governos é fácil ganhar eleições, ao beneficiar, desta forma, um universo de cerca de 700 mil votantes. Mas com o dinheiro dos contribuintes...

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Avaliação de 4 anos da Geringonça (5)



A degradação de serviços na Administração Pública

Em princípio de 2016, após a tomada de posse do governo da “geringonça”, trabalhavam na Administração Pública, de acordo com as estatísticas do emprego público, cerca de 660 000 mil trabalhadores.

O horário de cada trabalhador era de 40 horas/semana, o que, de grosso modo, representava na totalidade de horas (660 000 x40), cerca de 26 400 000 de horas/semana.

Uma das primeiras medidas do governo “geringoncico” foi reduzir o horário semanal de 40 para 35 horas semanais. O que quer dizer que, de imediato, a Administração Pública passou a contar com menos 3 300 000 horas por semana.

Nada contra a medida, quem governa é que sabe. No entanto, se a aritmética ainda é uma coisa exacta, para cobrir essa redução desse horário (para que ficasse o mesmo nº de horas) o governo deveria ter contratado, ao longo da legislatura, cerca de 94 000 trabalhadores (3 300 000 horas/35 horas).

Actualmente, dados de Julho de 2019, o nº de trabalhadores da Administração Pública é de cerca de 690 000. Isto é, apenas mais 30 000 trabalhadores do que em 2016. O que quer dizer que para se ter o mesmo nº de horas de trabalho que no princípio de 2016, era preciso contratar mais 65 000 trabalhadores.

Percebem agora porque é que os serviços públicos estão pelas horas da amargura e piores do que há 4 anos...

Nota: Claro que muitos questionarão se a Administração Pública precisa de tanta gente, mas isso é outra conversa...




quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Avaliação de 4 anos da Geringonça (4)


- Investimento Público entre 2016 e 2019 (Governo das esquerdas): Aproximadamente 14,5 mil milhões de euros (A avaliação de 2019 ainda não é conhecida, mas rondará os 4 mil milhões).

- Investimento Público entre 2012 e 2015 (período de intervenção da Troika): Cerca de 16 mil milhões de euros.

(Fonte Pordata)

Avaliação de 4 anos da Geringonça (3)


Dívida Pública:

No início da Legislatura "geringôncica" em 2016 a dívida pública era de 235.7 mil milhões de euros. Nesta altura é de 252,1 mil milhões de euros.

Isto é, em 4 anos a dívida pública aumentou cerca de 17 mil milhões de euros. Mas os "artistas" Costa/Centeno querem fazer crer que a dita baixou!

Avaliação de 4 anos da Geringonça (2)


O caso de roubo de armas de Tancos: António Costa diz que não sabia de nada, não viu nada, não ouviu nada e ninguém lhe disse nada...


Avaliação de 4 anos da Geringonça (1)


«Havia 22% de trabalho precário em 2015, há 22% de trabalho precário em 2019»

(Catarina Martins, 26/9/2019, em campanha eleitoral em Faro)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Contas à moda do Costa, ou como se diz que a dívida pública diminuiu...


Em 1995 o Zé devia 50 paus de várias dívidas que fez ao longo de alguns anos.

O seu filho António, então adolescente, pediu aos amigos mais 50 paus para comprar uma bicicleta; o filho Zé Pequeno, que pensava em grande, pediu aos primos mais 110 paus para comprar uma "motorizada"; pelo meio, os seus herdeiros, Zé MRPP e Pedro o terrível, foram às gajas e abrasaram em lingerie (tangas) mais 40 paus que pediram a uma tia. Ao longo destes anos o Zé só conseguiu amortizar 50 paus de um anel que vendeu.

O Zé, entre o que à família pediu e o que conseguiu pagar, devem agora 200 paus aos credores.

Por essa altura, em 2011, a família e os amigos do Zé juntaram-se numa jantarada e puseram-se a pensar: "... este Zé deve-nos uma pipa de massa, entre ele e o s filhos já nos devem 200 paus. Ele ao longo dum ano só ganha, no máximo, 170 paus! Está falido e f (o)... Não lhe emprestamos mais guita e, ponto final".

Mas o Zé ainda tinha um trunfo: a sua filha “doce” de nome Petra. Um amor de rapariga, diga-se em abono da verdade. Através dos seus dotes conseguiu sacar, a um amante estrangeiro, mais 50 paus ao longo de 4 anos. Destes 50, o Zé agarrou em 20 e distribuiu pelos amigos, primos e restante família (diga-se o amante da filha). Mas a sacana da dívida, essa maganona, não parava de aumentar..., já ia nos 230 paus..., e mais uns pozinhos.

O Zé não sabia o que fazer e estávamos no ano de 2016. 

Eis que aparece o mágico Tó (contabilista de fama) que lhe afiançou que lhe iria resolver o problema. A primeira medida foi aumentar a mesada aos rapazes (filhos) que tão bem se tinham portado ao longo deste quase quarto de século!

Passados 3 anos, o Zé, anda todo inchado: conseguiu que um amigo incógnito lhe emprestasse mais 40 paus, a juros ao preço da uva mijona. Com esses, amortizou logo 20 paus ao sacana do amante de sua filha, a descartada Petra, e anda aí todo contente, a dizer que praticamente já nada deve ao magano.

Claro que a divida total do Zé diminuiu!! A matemática é que nunca foi uma ciência. E muito menos exacta!

50 + (50 + 110 + 40) – 50 + (50 – 20) + (40 – 20) = ???

Ó Costa, chama o Mário, e anda lá dizer quanto dá esta operação...

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Cambalhotas da política à portuguesa (1)



Então o Orçamento de Estado para 2019 contempla quase 900 milhões de euros para meter em bancos capitalistas (BPN e Novo Banco) e o PCP e Bloco votam a favor!!!!!

sexta-feira, 15 de junho de 2018