quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Morre muita gente na minha terra...
Morre muita
gente na minha terra. Nasce pouca gente na minha terra e, muitos, para
sobreviverem têm que sair de lá. Por isso perdemos mais de metade da população
em pouco mais de 40 anos. No meu concelho de Marvão éramos cerca de 8 000
residentes em 1971. Nos dias de hoje, serão pouco mais de 3 000 almas vivas, as
que aí residem.
Morre muita
gente na minha terra. E continuarão a morrer nos próximos anos, já que 35%
dessas 3 000 almas vivas (1 000 pessoas), têm mais de 65 anos. E como ninguém é
eterno, nos próximos 15 anos, a maioria destes mais aqueles que a dita não vai
poupando, o concelho de Marvão ficará com pouco mais de 2 000 habitantes.
Morre muita
gente na minha terra, e não há volta a dar. Não há estratégias que invertam
esta situação, por mais que, determinados papagaios da política quer locais
quer nacionais, enunciem mudanças e promessas vãs, mas sem qualquer fundamento.
Esta é uma realidade com que teremos de viver e que, em minha opinião, só através
de uma qualquer catástrofe será invertida, seja ela natural (terramoto ou
inundações no litoral), seja ela social (guerra ou fome, que obrigue as pessoas
a refugiarem-se no interior do país).
Morre muita
gente na minha terra. E nem sempre são só os velhos a quem não é conhecido
outro destino. Só nos primeiros 10 dias deste ano, que eu saiba, a dita, se
encarregou de levar 4 almas de meia-idade (menos de 60 anos). 3 deles eram meus
amigos e mais novos do que eu: O João
José (meu primo); o Luís Mourato
(meu vizinho e amigo que conheci nos anos oitenta); e, agora o Mário, meu amigo de infância e criação,
por causa de quem levei os primeiros tabefes de meu pai, por com ele me entreter
em brincadeiras de gaiatos quando ia buscar o tabaquito para o “velho Buga” à
loja de sua mãe que conhecíamos na Abegoa como a “ti Piedade”.
Morre muita
gente na minha terra. E muitos marvanenses têm por hábito irem aos funerais dos
que partem. Serão nobres a maioria das razões e sentimentos porque muitos o
fazem, sem discussão. Mas nos últimos anos, instituiu-se algo que me parece
aberrante, descabido, e mesmo cínico: a excursão folclórica dos políticos aos funerais na hora do enterro. Sem discrição, com
comportamentos automatizados, a federem a falsidade, baseados naquilo que é
denominada “ estratégia do beijinho”!
Usando e abusando, sem escrúpulos, a
fragilidade com que se encontram as famílias do ente que partiu, a verterem
lágrimas de crocodilo à vista de todos, e, que todos comentam. Num destes dias,
um amigo meu, confidenciava-me “Desta vez,
um dos ditos, apareceu em grande estilo, na sua melhor forma, dando beijinhos a
todos os que mexiam. Beijinhos não, porque ele não beija. Ele mete apenas a
fuça a jeito, e são as pessoas que o beijam a ele.”
Num meio rural,
com cada vez menos gente, em que tudo se repara e compara, até a presença
destas personagens nestes locais e nestas situações, faz a diferença: “... ah, até o senhor presidente, da câmara
ou da junta, estavam ”, ou “vejam lá, que nem o senhor «presidente» apareceu. Só nos vêm quando precisam dos nossos
votos...”, etc. E eles sabem disto, não admira por isso que estejam sempre
lá. E por outro lado, estas cerimónias, são por estes tempos também as mais frequentadas.
Então para quê perder tempo com campanhas eleitorais a fazer política, a ouvir queixas, a
descentralizar assembleias, a discutir as melhores estratégias para o bem comum,
dar a conhecer os resultados da administração da coisa pública, que deviam ser
as suas principais preocupações? Vamos aos funerais, está lá toda gente, parece mal estarmos a falar de política, distribuímos beijinhos às senhoras, apertos de mão (bem apertados) aos
cavalheiros, e votem em nós que somos uns gajos porreiros!
Já “vivi”, em
tempos, estratégias políticas com esta gente, sei o que pensavam e o diziam dos
seus antecessores: “... o A só fazia
campanha nos funerais; o B só vai às missas e às procissões”. E agora, qual
é a diferença? Até têm uma “escala” para comparecerem, e não lhes falhar ninguém
(sei do que falo). Ao menos que sejam genuínos e discretos. Cumpram as vossas
funções para com os vivos e deixem os mortos em paz. Ajudem as pessoas em vida,
ou na doença, e honrem-nos com a missão para que foram eleitos.
Vai continuar a
morrer gente na minha terra. Eu não gosto que os funerais sirvam para
campanha dos políticos, por isso escrevi este artigo. E quando chegar a minha
vez, não quero “politiquices”. Citem Mário de Sá Carneiro, e contribuem para o
meu desejo em vida:
“Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!
Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro...”
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Sobre o novo visual: Um mergulho no tempo e na história...
José Saramago disse um dia que “...sem
memória não existimos”, e Fernando Pessoa já tinha afirmado antes que “...a
memória é a consciência inserida no tempo”. Para quem se interessa pelo
passado, como forma de perceber o presente, mergulhar no tempo e revolver
arquivos é uma tarefa fabulosa para a imaginação, mesmo que de uma simples
história familiar se trate. Sem nos darmos conta, estamos a encarnar os nossos
antepassados, e quando passamos pelos locais em que estes viveram, quase somos
tentados a ver o mundo actual com os olhos de há 200 ou 300 anos atrás. Ao
mergulhar nestas pesquisas, às tantas, eu já não era o João Bugalhão nascido em
1957, mas cheguei a sentir-me aquele outro João Bugalhão nascido em 1783
moleiro no Moinho da Malpiqua da Ribeira da Ponte Velha, casado primeiro com
Joana da Conceição, depois, por morte desta, com Cândida Rosa, e pai de 12
(doze) filhos.
João Bugalhão in “Bugalhão um nome estranho”
A partir de
hoje, e com este novo visual que apresento no cabeçalho deste meu escape que é
a “Retórica bugalhónica”, passo a
assumir e carregar nos ombros os 4 séculos de história de uma família
tradicional de moleiros das margens do Rio Sever, no concelho de Marvão, numa
história que investiguei.
O apelido Bugalhão terá sido usado pela primeira
vez, por um sujeito de nome José, nascido em 1754 já no concelho de Marvão, que
para além deste apelido, também ostentava outros dois: Toureiro, que era o apelido de seu pai e de seu avô (oriundo da
vila de Alpalhão; e Gonçalves Serrano,
de seu avô materno António, moleiro, e também já nascido no concelho de Marvão no final do século
XVII, mas descendente de uma família oriunda da freguesia da Arrifana, concelho
da Guarda (certamente essa a origem do apelido – Serra da Estrela: serrano.
A razão por que
terá José passado a ostentar este apelido enigmático de Bugalhão, continua um mistério!
O facto é que é, no mínimo estranho, tanto que é único em Portugal. O que
significa que todos aqueles que têm este apelido são seus descendentes.
Quem sabe, possa através deste espaço, encontrar alguém que me ajude a desvendar este mistério...
Quem sabe, possa através deste espaço, encontrar alguém que me ajude a desvendar este mistério...
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
ATÉ AO FIM...
Um dia pensei que gostaria de morrer, tendo de ser, a ler um
bom texto de Saramago, a ver as fintas do Figo e a ouvir Madredeus. Mas, ouvir este
poema e esta voz, talvez também fosse aceitável para a coisa. E, se não for pedir muito, lá para os
96!
Nestes tempos em que, a dita, anda por aí que nem uma doida, até parece que não tem mais nada para fazer, a poesia de Vasco Graça Moura, que transformei em prosa, mas que a Katia se encarregou de voltar a a fazer poesia. Simplesmente deslumbrante...
Intensamente
amor, intensamente, ponho na minha voz esta saudade que é feita de futuro no
presente e, na ilusão, é feita de verdade. Intensamente amor, intensamente.
Desesperando
amor, desesperando, por mesmo assim eu não te dizer tudo, mesmo ao lembrar-me,
de onde e como e, quando teu coração mudou, mas eu não mudo.
Desesperando
amor, desesperando até ao fim, amor, até ao fim do mundo, tal qual Pedro e Inês.
domingo, 4 de janeiro de 2015
Futebol na sua essência...
Tal como aqui
enunciei no Post anterior realizou-se ontem o jogo de futebol de Velhas Guardas
entre o Grupo Desportivo Arenense e GRAP de Leiria. O resultado desportivo,
talvez o que menos interesse para este evento foi uma vitória dos de SA das
Areias por 4 – 0, mas de ressalvar sobretudo o convívio que leva um grupo de
apaixonados a virem de Leiria ao concelho de Marvão para darem uns pontapés na
bola e conhecer um grupo e uma região. A paixão, essa, é clara: o futebol na sua essência.
Daqui a uns
tempos, serão os de SA das Areias, a retribuir a visita à freguesia de Pousos
no concelho da cidade do Lis.
Mas mais que as
palavras, ficam as imagens para mais tarde recordar. Repare-se sobretudo na
paisagem envolvente de fazer inveja a um tal estádio da pedreira, que dizem ser
um dos mais bonitos na Europa. Nada que se compare a este conjunto de pedregulhos
que mira o Campo dos Outeiros em SA das Areias. Pena é que, tão grande
investimento sirva para tão pouco!
Equipa do GDA. De pé da esquerda para a direita: Luís Costa, João Bugalhão, Simão Branco, Nuno Macedo, Artur Costa, Ricardo Ramos, José Vaz, Paulo David, Rui Canuto, Pedro Vaz, Pedro Jesus e Fernando Bonito; Em baixo: Pedro Graça, António Bonacho, Mário Cardoso, Filipe Gedelha, João Carlos, Luís Reis, Henrique Martins, Márcio Fernandes e o menino Miguel Anselmo.
Equipas: GDA de camisola branca; e GRAP de camisola amarela
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Futebol/Convívio
Mais um jogo de
futebol e convívio entre as Velhas Guardas do GD Arenense e os seus congéneres
do GRAP de Leiria.
Quem quiser ver velhos
craques futebolísticos é passar amanhã às 15 horas pelo Campo dos Outeiros em Santo
António das Areias
Para começar 2015: Dedo em algumas feridas...
O que cavaco deveria vir dizer, deixemo-nos de tretas....
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Desejos para 2015...
Saúde, trabalho,
algum amor, bocadinhos de felicidade e, se não for pedir de mais, um amigo como
o do José Sócrates!!!
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Pantomineiro! Porquê?
A Rosa é bonita!
Mas, mais é a Rita que coisa tão bela, e as flores nela, como a Gabriela,
largam um perfume que fica tão bem. Formosa é a Anita esguia, catita, mas que
caravela (ou avião)! Já a Daniela? Seu corpo revela sorrisos que assumem que a quero
também.
Falei com Amélia para ver a Aurélia, irmã de Florbela, pois flor como aquela só vira Manuela, aflora ciúme de rubro carmim. Quase não quis Odete, que através de Elisabete mandou as lágrimas dela ao contar-lhe na viela que, não seria ela, quem ia cuidar de mim.
Falei com Amélia para ver a Aurélia, irmã de Florbela, pois flor como aquela só vira Manuela, aflora ciúme de rubro carmim. Quase não quis Odete, que através de Elisabete mandou as lágrimas dela ao contar-lhe na viela que, não seria ela, quem ia cuidar de mim.
Já beijei Joana e a Mariana, mas foi com cautela! Pois nessa ruela na mesma cancela, num golpe
de sorte, Marina me quer. Tal como Firmina, Ana e Josefina querem ter a tutela, mas
sinto a cela e o meu amor gela. Reanimo o norte e, fujo a correr...
Sonhei com os
dias de todas as marias virem à janela, e como uma aguarela verde e amarela, num
odor lá do forte de azul rosmaninho.
De tanto querer
tudo o que é mulher, sei que no final, de não saber qual, vivo assim o mal de
amar sozinho...
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
O mundo dos outros...
(Muito bom e vale a pena ler. Retirado daqui)
O tempo dos moradores suburbanos com fatos de alfaiate de segunda
por Helena Matos
“A imagem não é
minha mas sim de Raquel Varela que referindo-se a Passos Coelho o viu “com
o seu fato de alfaiate de segunda, morador suburbano”. Por sinal acho
que Raquel Varela tem razão. Só que, como é próprio da extrema-esquerda, Raquel
Varela não percebeu a razão da razão que tinha.
De facto Passos
Coelho não só vive nos subúrbios como os seus fatos são semelhantes a milhares
de outros que os habitantes dos subúrbios vestem durante os dias de semana. Ora
aquilo a que se assiste neste momento entre os protagonistas da política em
Portugal é também uma clivagem social e geracional. Uma clivagem transversal ao
espectro político e em que os subúrbios e os fatos de segunda não serão
irrelevantes.
No caso do PSD
isso é evidente: os barões, os homens de fato de bom corte e apelidos
históricos retiraram-se para que Passos Coelho fosse ali queimar umas etapas
até que eles, naturalmente senhores da situação, fossem chamados a cumprir o
papel para que se consideravam predestinados: a salvação nacional. Não foi
assim e por isso o que não perdoam a Passos Coelho não foi o que este fez de
errado mas sim, pelo contrário, que o seu falhanço não tenha sido absoluto. Tão
absoluto que eles, numa certa noite de Julho de 2013, tivessem de ser chamados
a Belém onde Cavaco lhes diria que salvassem Portugal. Não é o aumento da carga
fiscal nem a austeridade que à direita não se perdoa a Passos mas sim o ter
tornado irrelevantemente dispensáveis os bagões, os penedas, os freitas, os
capuchos…
À esquerda as
dores ainda são maiores. Em primeiro lugar porque o PS era e é a verdadeira
aristocracia do regime. Em segundo porque António Costa precisou do velho PS
para chegar à liderança. E mal esse PS se sinta beliscado no seu poder e
influência vai começar a sentir-se traído pelo actual secretário-geral. Afinal
o PS como bom partido de esquerda que é gosta de tratar os seus líderes como
reis desde que estes façam o PS reinar. Por isso o PS correu com Seguro e
serviu Sócrates. Este último deu ao PS uma pose e uma linguagem de poder e o PS
calou. Aquilo que os socialistas em particular e o povo de esquerda em geral
lastimam na queda de Sócrates nada tem de ideológico mas sim de social. O que
lhes dói não são as acusações nem as suspeitas que caem sobre o antigo
primeiro-ministro (que muitos socialistas aliás sempre tiveram) mas sim que
todo este caso faça a esquerda descer do seu pedestal.
Quando, agora
que Sócrates está preso, a esquerda se admira porque ao antigo
primeiro-ministro é aplicada a legislação (aprovada por sinal pelos governos
socialistas para os demais mortais) o que faz é simplesmente manifestar a sua estupefacção
e incredulidade pelo facto de o país não lhes reconhecer a superioridade da esquerda
que acreditavam ter inscrito no ADN da democracia.
O PS não quer
naturalmente ser liderado por um corrupto mas quer que, se numa outra
conferência de imprensa algum jornalista perguntar ao líder, como sucedeu
quando José Sócrates anunciou a sua renúncia, se este não teme vir a ser alvo
de investigações, de novo se ouça uma vaia monumental a quem teve o desplante
de formular tal questão. O PS espera de António Costa que não compre fatos em
Rodeo Drive nem faça férias em hotéis topo de gama mas exige que Costa seja
capaz, tal como o foi Sócrates, de ridicularizar e humilhar quem insistir em
perguntar aos socialistas donde vem o dinheiro. Agora não para um estrambólico
modo de vida mas sim para as obras, para o investimento público e para as
políticas anunciadas.
O que vivemos
neste momento é um desacerto entre o mundo mediático e uma parte das elites dos
partidos. Não interessa se se gosta ou detesta. Interessa apenas que é assim.
Da extrema-esquerda ao CDS as nomenclaturas falam, agem e imaginam-se num
Portugal em que eles, urbanos e cultos, pairam sob um povo de forte pendor
rural. É o país dos muito pobres e dos muitos ricos, dos privilegiados e dos
sem-abrigo. O país no qual eles, os políticos, se vêem a corrigir os
desequilíbrios e as injustiças e a mudar a realidade à força de decretos-lei.
Só que esse
país, por mais fotogénico que fosse, e de facto era e ainda é nas reportagens
paternalistas que o New York Times nos dedica, coexiste com um Portugal
suburbano, cheio de homens que vestem fatos de alfaiates de segunda para ir
trabalhar. Alguns optam por uma ainda mais esteticamente dramática versão
desportiva. As elites partidárias, culturais e mediáticas abominam este mundo
que não fica bem nas fotografias, não aparece muito nas encíclicas e não encontra
explicação em Marx. Das universidades onde se multiplicam os centros de estudos
dirigidos por clones de Raquel Varela às sedes partidárias sejam elas de
esquerda ou de direita, a dicotomia entre os muito pobres e os muito ricos
justifica-lhes muito mais o seu pendor intervencionista.
Mas o país
suburbano existe e é fundamental que os grandes partidos e os seus líderes
democratizem a relação que têm com ele. Caso não o façam o desinteresse dessas
pessoas será um dos terrenos em que crescerão os populismos que tornarão o país
ingovernável. Os casos da França e da Espanha são um bom exemplo daquilo a que
pode conduzir a clivagem entre os partidos democráticos e a realidade. Só que
em Portugal não será sequer necessário que surjam uma Frente Nacional ou um
Podemos para que acabemos num beco sem saída ou mais propriamente a acreditar
que é possível regressar ao passado. PS e PSD têm mais do que quanto baste de
gente que acredita que tal não só é possível como desejável.”
domingo, 28 de dezembro de 2014
Que estranha forma de ser a destes socialistas...
Alguém escreveu
que “...o socialismo só existe quando
existe dinheiro de outros”. O mesmo parece aplicar-se em relação às leis
que eles próprios criam, que parece que só se aplicam aos não socialistas!
Vem isto a
propósito de um decreto de lei publicado pelo governo de José Sócrates em 2011
que legislava sobre a correspondência enviadas a presos, mas que segundo eles
próprios, apenas se deveria aplicar aos que não tenham sido bafejados/endeusados pela filosofia socialistas.
Como é o caso do agora “preso 44” ,
que passou de legislador a recluso. Os que têm a “fichazinha” no largo do rato
estão dispensados de cumprir esta ou qualquer outra legislação!
Veja-se o que
diz o artigo 127º do REGULAMENTO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS, que um tal José
Sócrates Pinto de Sousa aprovou, mas parece que apenas para os outros, não para
ele:
Razão tinha o outro: “façam o que eu digo mas não o que eu faço”, ou mande fazer!
Não se percebe o
porquê de tanta indignação dos democratas da treta por causa das “encomendas”
enviadas ao “mestre” da filosofia. A não ser que, o senhor, esteja a fazer alguma
biblioteca em Évora! Se assim for, mandem-lhe é encomendas com notas de 500
euros, que era ao que ele estava habituado...
sábado, 27 de dezembro de 2014
Tesourinhos deprimentes...
Para os amigos
do agora, 44, que não param de criticar a actual mensagem de natal de Passos
Coelho, oiçam esta datada de Dezembro de
2010, 5 meses antes da bancarrota, e 6 messes antes do dito abandonar o barco.
São 7 minutos
que vale a pena recordar...
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Pois podia...
Podia haver uma
luz em cada mesa, e, uma família em cada casa! Jesus em
Dezembro aqui, na Terra, podia ser natal e não ser farsa.
A história certa é: natal de porta aberta. A ceia servida é a vida do criador!
Podia ser notícia o fim da amargura que divide os homens, por de trás dos canhões! A fome e a miséria servem a loucura que, forja profetas e divide as nações!
Podia ser verdade o tom e o discurso desse velho actor, falando aos fiéis. Mas nada se passa na noite do mundo, máscaras de dor, pequenos papéis...
Podia ser Natal...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Assim se brinca às empresas públicas: Greve da TAP desconvocada...
Greve da TAP desconvocada
Depois de terem
causado transtornos a todos aqueles que, por esse mundo fora, precisavam dos seus serviços, às vezes
uma vez por ano e apenas nesta época, de terem chantageado os governantes, e, de terem causado milhões de euros de prejuízo
a todos os contribuintes, ainda querem sair como heróis.
Se os salgados,
costas oliveiras, sócrates e restante pandilha começam, pelo menos, a ser
desmascarados, para quando o julgamento desta gente favorecida e protegida, mas
que não fica muito à frente nos prejuízos que têm causado ao país.
Começa a ser
hora, apesar de ser natal, de dizer: já chega. Não rima mas é verdade...
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
O socialismo será só para o dinheiros dos outros....
Para quem passa
a vida a insultar empresários e governantes que pagam salários baixos, não
deixará passar este flagrante caso de exploração
do factor trabalho: O motorista de sócrates ganhava 600€ por mês; ou seja, sócrates, patrão, pagava 600€ ao seu motorista João Perna (às tantas com
disponibilidade permanente).
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Tiro pela culatra! Há dias assim....
Mal a vi, fui
seduzido, com o seu corpo lança-chamas e a perna bem torneada, e, eu meti no
meu sentido, se não a levo para a cama não sou homem não sou nada. Pus um ar de
matador, e assim, sem falinhas mansas, convidei-a para jantar! Quase a vi ficar
sem cor, mas quando eu perdia as esperanças..., aceitou, sem hesitar!
Pronto para a
grande conquista, barba feita risco ao lado, sapato novo e brilhante. Comprei
rosas na florista, e cheguei adiantado à porta do restaurante. Quase me caía o
queixo e, até fiquei aturdido, com o choque da surpresa.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Carta para o pai natal...
Meu caro pai
natal, apesar dos meus 57 anos de idade, é a primeira que a ti me dirijo, pois
nos meus tempos de menino, tu, ainda não eras tão popular por estas paragens, e
depois de adulto nunca engracei muito contigo, mas como não sei a quem me
dirigir, olha, aqui vai:
Numa época em
que toda a gente te pede coisas, eu não quero nada de substancial, diga-se até
que, estou aqui mais a interceder para dar, do que para pedir. Tenho assim, um
pedido muito simples para ti. Gostava de
deixar de ser accionista das empresas de transportes aqui no burgo,
nomeadamente, TAP, METRO´s, CP e afins, etc.
Desconheço o
porquê de me terem feito accionista de tais empresas. Devem ter-se aproveitado aí por volta de 1975 da minha ingenuidade de rapaz, a partir daí nunca mais me largaram. Mas agora já passou muito
tempo e nunca me deram, ou usufruí, de qualquer dividendo. Dizem-me ainda que é
por serem de superior interesse nacional, mas eu duvido, não possuo qualquer
conhecimento do ramo, e não quero ser responsável por coisas destas, ou destas, e muito menos de estas!
Agora é de vez,
não quero mais. Cedo gratuitamente e, a título definitivo, as minhas acções ao pcp, ou à cgtp (que as leiloem na festa do avante), ou ao costa. Mete-lhas no sapatinho na próxima noite de natal, ou em outro sítio qualquer, é-me indiferente! Não as quero, e "prontes".
Nem que tenha de roubar o burro do presépio ao menino jesus para me transportar. Comprar-lhe-ei todo feno para a sua alimentação, uma albarda nova, e um par de ferraduras de 6 em 6 messes. Por isso, quem quiser andar de cu tremido nessas "empresas estratégicas", que pague os custos. Eu prefiro andar de burro...
Nem que tenha de roubar o burro do presépio ao menino jesus para me transportar. Comprar-lhe-ei todo feno para a sua alimentação, uma albarda nova, e um par de ferraduras de 6 em 6 messes. Por isso, quem quiser andar de cu tremido nessas "empresas estratégicas", que pague os custos. Eu prefiro andar de burro...
sábado, 13 de dezembro de 2014
Leitura de fds: Polvo à portuguesa...
Do que nos livrámos
por José António Saraiva
“Em 2008, o BPN
foi nacionalizado contra a vontade dos seus accionistas. Na altura, poucas
vozes contrárias se fizeram ouvir, até porque a nacionalização tinha o aval do
governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio.
Após este acto,
o Governo designou como administrador do BPN Francisco Bandeira, um homem da
confiança pessoal de Sócrates. Entretanto, no ano seguinte, na sequência de
convulsões internas, o BCP seria 'governamentalizado', entrando para a
administração Carlos Santos Ferreira e Armando Vara, notórios amigos de
Sócrates.
O BES, por seu
lado, era governado por Ricardo Salgado, cuja cumplicidade com Sócrates se
tornou a partir de certa altura evidente, ao ponto de - quebrando a sua
proverbial contenção nas referências ao poder político - elogiar por diversas
vezes o primeiro-ministro em público. Quanto à CGD, era tutelada pelo Governo.
Em conclusão,
exceptuando o BPI (de Fernando Ulrich), a partir de 2009 toda a banca ficou 'nas
mãos' de Sócrates ou dos seus amigos: CGD, BCP, BPN e BES - para não falar do
BdP, onde pontificava Constâncio.
Na comunicação
social a situação também não era famosa.
No início do
consulado de José Sócrates, o grupo Controlinvest (DN, JN e TSF), de Joaquim
Oliveira, foi logo identificado pelo primeiro-ministro como um potencial aliado
(até pela sua dependência da banca). O grupo Cofina (Correio da Manhã e
Sábado), de Paulo Fernandes, também se mostrava cauteloso nas referências ao
Governo.
O grupo Impresa
(SIC, Expresso e Visão) mantinha-se na expectativa. O grupo RTP (RTP e RDP)
pertencia ao Estado e mostrava-se dócil. O grupo Renascença não se metia em
sarilhos.
Restava o quê?
A TVI e o
Público - este dirigido por José Manuel Fernandes, considerado por Sócrates persona non grata. O SOL só
apareceria mais tarde.
Quando rebenta o caso Freeport, em 2009, as
coisas vão aquecer.
A TVI estabelece
um acordo com o SOL para a investigação daquele tema e torna-se para Sócrates
um inimigo declarado. Manuela Moura Guedes, a pivô do jornal televisivo de
sexta-feira (que antecipa as notícias do Freeport), é o primeiro alvo a abater
- e Sócrates empenha-se em afastá-la por todos os meios; mas tal não se mostra
fácil, dado ser mulher do director da estação, José Eduardo Moniz.
Em desespero,
Sócrates tenta usar a PT para comprar a TVI, mas o negócio borrega. Também há
tentativas para fechar o SOL, através do BCP (que era accionista de referência
do jornal), comandadas por Armando Vara.
No que respeita
à Impresa, apesar de não fazer grande mossa ao socratismo, sofre vários
ataques, designadamente por parte de Nuno Vasconcellos e Rafael Mora, líderes
da Ongoing e próximos de Sócrates, que tentam encostar Balsemão à parede. Finalmente,
sem se perceber porquê, Belmiro de Azevedo aceita a saída de Fernandes da
direcção do Público, e Moura Guedes e Moniz deixam a TVI (indo este
estranhamente para a Ongoing…).
O SOL fica
isolado - e só se salvará por ser adquirido por accionistas não envolvidos na
política interna.
Visto o controlo
substancial de Sócrates sobre a banca e a comunicação social, olhemos para o
poder político.
Sócrates
dominava naturalmente o Governo, de que era o chefe, e o Parlamento, onde o PS
tinha maioria absoluta - só lhe escapando a Presidência da República. Por isso,
voltou contra Cavaco Silva todas as baterias.
Outro momento
alto da guerra contra Cavaco foi o aproveitamento de uma gafe de um seu
assessor, Fernando Lima - que tinha falado a um jornalista sobre a possível
existência de escutas a Belém -, para tramar o Presidente. Usando uma técnica
nele recorrente, Sócrates armou-se em vítima, virou os acontecimentos a seu
favor e tentou destruir Cavaco Silva, acusando-o de montar uma cabala.
Outra vez com a
ajuda de muitos jornalistas, os socratistas exploraram o caso à exaustão e o
assunto foi objecto de intermináveis debates televisivos - onde se chegou a
dizer que o PR tinha de renunciar ao cargo! A campanha não matou Cavaco mas fez
mossa, fragilizando o único bastião que não era dominado por Sócrates na esfera
do poder político.
Talvez hoje
alguns jornalistas percebam melhor o logro em que caíram.
Passando
finalmente à Justiça, Sócrates tinha no procurador-geral da República, Pinto
Monteiro, e no presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do
Nascimento, não propriamente dois cúmplices, como alguns disseram, mas duas
pessoas que pareceram sempre empenhadas em protegê-lo, fossem quais fossem as
razões.
Nesta área,
Sócrates contava ainda com um bom aliado: Proença de Carvalho, pessoa influente
nos meios judiciais (incluindo junto de Pinto Monteiro). E teve sempre o apoio
do bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho e Pinto. Portanto, também aqui, o
primeiro-ministro estava bem acolchoado.
Governo, Parlamento, Justiça, comunicação
social, banca: Sócrates controlava os três poderes do Estado - executivo,
legislativo e judicial - e estendia os seus tentáculos ao quarto poder (os
media) e ao poder financeiro (os bancos).
Talvez muita gente
não se tenha apercebido na época deste cenário aterrador. Mas olhando para trás
- e sabendo-se o que hoje se sabe - temos noção do perigo que o país correu: um
homem sobre o qual pesam suspeitas tão graves chegou a deter um poder imenso,
que se alargava a todas as áreas de influência.
Só de pensar
nisto ficamos assustados - e é muito estranho que alguns dos que privavam com
ele não se tenham apercebido de nada. Foi lamentável ver pessoas de bem - como
Ferro Rodrigues ou Correia de Campos - fazerem tão tristes figuras,
defendendo-o encarniçadamente até ao fim.
É certo que,
como bem disse José António Lima, a democracia venceu-o, afastando-o do cargo. Mas
também foi a democracia que permitiu que um homem como este chegasse a reunir
um poder tão grande em Portugal.
Isso mostra a vulnerabilidade do sistema
democrático.
P. S. - No caso dos vistos gold, logo a
seguir às detenções, deu-se por adquirido que os arguidos eram culpados,
considerou-se “inevitável” a demissão de Miguel Macedo, e António Costa disse
que o Governo ficava “ligado à máquina”. Uma semana depois, as mesmas pessoas
contestam a prisão de Sócrates, invocam a “presunção de inocência” e acham
“absurdo” falar na hipótese de demissão de António Costa.
Palavras para
quê?”
Só falta saber “quem” representa este José
António (Saraiva), acho que a mim não, apesar de me parecer que aqui tem
razão...
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Parabéns a você...
Há 36 anos, por
esta hora, um grupo de amigos em SA das Areias preparava-se para criar uma das
instituições mais importantes, ao longo destes anos, no concelho de Marvão: O
Grupo Desportivo Arenense.
Instituição
herdeira de outras que a antecederam quer na área desportiva, mas também nas áreas
cultural e recreativa, o GDA teve ao longo da sua vida, como qualquer instituição
ou pessoa, pontos altos e pontos menos altos, mas lá continua a desempenhar o
seu papel.
Entrei para este
clube em 1980, isto é, 2 anos após a sua criação. Primeiro como mero sócio e praticante
de dar uns pontapés na bola (nunca com grande sucesso), depois, mais tarde,
quando me radiquei na terra, aí fui praticamente tudo: massagista, treinador de
futebol de formação e de seniores em cerca de 20 anos, presidente da direcção (6
anos), presidente da mesa da assembleia geral (2 anos), e, nos últimos 6 anos
responsável pela secção de velhas guardas. Foi e é, para mim, um privilégio
pertencer a este Clube.
Por isso no dia do seu aniversário deixo
aqui os meus sinceros parabéns. Que venham outros 36 anos.
sábado, 6 de dezembro de 2014
Para aquecer o coração...
De manhã cedinho
eu salto do ninho e vou para a paragem, de bandolete à espera do sete, mas não
pela viagem! Eu bem que não queria mas, um belo dia, eu vi-o passar, e o meu
peito, que é céptico, por um pica de eléctrico, voltou a sonhar.
Em cada repique
que salta do clique daquele alicate, de um modo frenético, o peito que é
céptico, toca a rebate. Se o trem descarrila o povo refila, e eu fico num sino, porque um mero trajecto, no meu caso concreto, é já o destino.
Ninguém acredita
o estado em que fica o meu coração quando o sete me apanha, até acho que, a
senha, me salta da mão! Pois na carreira desta vida vão, mas nada me dá, a pica
que o pica, do sete me dá!
Que triste fadário e que itinerário tão infeliz, traçar meu horário com o de um funcionário, de um trem, da carris. Se eu lhe perguntasse se tem livre passe para o peito de alguém? Vá-se lá saber, talvez eu, lhe oblitere o peito, também...
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Difícil, difícil, é simplificar...
No passado sábado
após mais um convívio futebolístico, que até nem correu muito bem para o nosso
lado em termos de resultado, conversava ao jantar com dois jovens técnicos da
modalidade, manifestando-lhes o meu desacordo sobre as “novas linguagens” utilizadas,
quer por comentadores quer por alguns técnicos sobre a arte do pontapé na bola, e que, em minha opinião, nada trouxeram de novo à compreensão do futebol.
Ele são as posições
6 ou 10, às vezes as 8 ½ ou 9 ½ (curiosamente fala-se pouco da posição 11); ele
são as “segundas-bolas”; ele são as transições, as coberturas, as contenções, etc.,
etc.,.
Quando afinal, o futebol, o desporto-rei, a modalidade
do povo é tão simples: primeiro tentar não sofrer golos (defender), e depois
tentar marcar (atacar). E acho que não estou só, veja-se o que diz José
Mourinho aqui:
“Em Liverpool, um jornalista perguntou-me
antes do jogo: `Vais atacar ou defender? Eu disse-lhe: `Vou atacar quando tiver
a bola e defender quando não a tiver. Ele perguntou-me: `É assim tão simples? Sim,
é simples. Se tens a bola queres marcar, se não tens queres impedir que o
adversário marque. Por vezes querem complicar o que é simples”.
Não posso estar
mais de acordo. O resto é conversa...
Aposto que se está a ver ao espelho...
"O sistema vive da cobardia dos políticos, da cumplicidade de alguns jornalistas, do cinismo dos professores de Direito e do desprezo que as pessoas decentes têm por tudo isto".
Pior que isto, ou mais triste como diz o Ricardo Araújo Pereira, só se for ter "um motorista que funciona como multibanco, um amigo que funciona como offshore e uma mãe que funciona como agente imobiliária."
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
E agora PS?
Para ler aqui, e reflectir
Ou Assis leva o
"passo" trocado, ou todos os outros (Costa, Ferro Rodrigues, Jorge
Sampaio, Vera Jardim, Vítor Ramalho & companhia) não primam por grande
coerência. Como sempre...
sábado, 29 de novembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Política à portuguesa...
Passos Coelho,
primeiro-ministro de Portugal, deu ontem uma entrevista ao Canal 1 da RTP. Em
minha opinião até nem esteve muito bem. Não na postura do “estou melhor assim? ou assim...?”, como o outro que agora está
atrás das grades, mas sobretudo em relação aos conteúdos que, me parece, são o
que interessa. Devia ter-se preocupado, especialmente, em realçar, de forma
objectiva, como estava o país quando tomou posse do governo, o que mudou desde
então, e o que pensa fazer para o futuro, de uma maneira muito clara e simples,
dizendo as verdades, não cair na tentação do facilitismo, para que toda a gente
o percebesse. E aí, Passos Coelho, continua a revelar algum défice de
comunicação para o grande público, digo eu.
Mas o que mais
me indignou foi o corrupio dos representantes da oposição a correrem,
desalmadamente, para comentarem a entrevista, como quem está aflitinho para ir
à casa de banho, sem um período de análise e reflexão sobre a mesma, a debitar
opiniões feitas, e os gajos da comunicação social a estenderem os solícitos microfones,
como quem oferece o papel higiénico para os ditos limparem o pipi ou a pilinha consoante
o género. Depois, é vê-los afastarem-se para os seus camarins, como quem se
aliviou de uma qualquer necessidade urgente, e, darem a vez aos papagaios
comentadores, que agem como moscas, atirados a uns e a outros, como quem devora
as fezes mais saborosas.
Pobre política,
e que maus políticos elegemos....
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Reflexão do dia (3)
Diz Mário Soares: "todo o PS está contra esta bandalheira".
Alguém se atreve, e tem coragem, de perguntar a António Costa se isto é verdade?
Reflexão do dia (2)
A presumível inocência de Sócrates: Assino por baixo meu caro João Miguel Tavares:
"Da mesma forma que os gatos têm sete vidas, eu acho excelente que um cidadão tenha sete presunções de inocência. O problema de José Sócrates, tal como o de um gato que falece, é que já as gastou. Sócrates foi presumível inocente na construção de casas na Guarda, foi presumível inocente na licenciatura da Independente, foi presumível inocente na Cova da Beira, foi presumível inocente no Freeport, foi presumível inocente na casa da Braamcamp, foi presumível inocente no assalto ao BCP, foi presumível inocente na tentativa de controlar a TVI, foi presumível inocente no pequeno-almoço pago a Luís Figo. Mal começou a ser escrutinado, a presunção de inocência tornou-se uma segunda pele."
Continuar a ler aqui.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Sócrates absolvido!
“Cessem do sábio Grego e do Troiano, as navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandro e de Trajano a fama das vitórias que tiveram (...);
Que eu decreto....”
Que eu decreto....”
Velho do c******, que nunca mais
te calas...
Subscrever:
Mensagens (Atom)













